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	<title>Ana &#8211; Medicoop</title>
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	<description>Cooperativa de trabalho de saúde</description>
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		<title>Outubro Rosa: Ministério da Saúde lança campanha e reforça autocuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:10:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ulher: seu corpo, sua vida. Esse é o tema da campanha do Ministério da Saúde em 2024 para conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, em alusão ao mês Outubro Rosa. Simbolizada por um auto abraço, reafirmando o protagonismo feminino e valorizando o autocuidado, a campanha foi [&#8230;]]]></description>
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<p>ulher: seu corpo, sua vida. Esse é o tema da campanha do Ministério da Saúde em 2024 para conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, em alusão ao mês Outubro Rosa. Simbolizada por um auto abraço, reafirmando o protagonismo feminino e valorizando o autocuidado, a campanha foi lançada nesta terça-feira (1º) e será veiculada na TV, rádio, internet e em locais de grande circulação de pessoas em todas as regiões do país. </p>



<p>“Essa mobilização coloca nós, mulheres, em primeiro plano, respeitando as nossas individualidades e valorizando o ato de observar o próprio corpo. O mês Outubro Rosa vai além da cor rosa, agregando como cores a diversidade dos tons de pele das mulheres brasileiras”, defende a ministra da Saúde, Nísia Trindade, reforçando que a campanha deste ano busca estimular a conexão das mulheres com a saúde, de forma que a prevenção e o diagnóstico precoce sejam algo contínuo em suas vidas e não apenas no mês de outubro.&nbsp;</p>



<p>Segundo Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente em mulheres, após o câncer de pele. Para o Brasil, foram estimados 73,6 mil novos casos em 2024, com um risco de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. É relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima desta idade a incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. O Ministério da Saúde afirma que cerca de 17% dos casos podem ser evitados por meio de hábitos de vida saudáveis.&nbsp;</p>



<p>O câncer do colo do útero, por sua vez, é o segundo tipo mais comum entre as mulheres no mundo, depois do câncer de mama, e a principal causa de morte por câncer entre mulheres em muitos países. No Brasil, é o terceiro tumor mais incidente na população feminina com 17 mil novos casos por ano no triênio 2023-2025, correspondendo a uma taxa de incidência de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.&nbsp;</p>



<p>Para a ministra Nísia Trindade, é preciso que a mulher conheça seu corpo para conseguir identificar quando algo não está certo e buscar atendimento. “É fundamental mantermos o nosso acompanhamento de saúde em dia. Essa é a melhor maneira de prevenir o câncer e outras enfermidade”, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Prevenção, diagnóstico e tratamento</strong></p>



<p>Cuidados como a prática de atividade física e evitar o consumo de bebidas alcoólicas, por exemplo, ajudam a reduzir o risco de câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor. Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. Prevenção, diagnóstico e tratamento estão disponíveis na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p>A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões (desgaste por atrito ou fricção) microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. O uso de preservativos durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal. </p>



<p>A vacinação contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS. Além disso, o exame preventivo contra o HPV &#8211; Papanicolau &#8211; é um exame ginecológico comum para identificar de lesões precursoras do câncer do colo do útero.&nbsp;</p>



<p><strong>Saiba mais:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td></td><th><strong>Sinais e sintomas</strong></th><th><strong>Diagnóstico</strong></th><th><strong>Tratamento</strong></th></tr><tr><th><strong>CÂNCER DE MAMA</strong></th><td>Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor;Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;Alterações no bico do peito (mamilo) como retrações;Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.</td><td>Autoexame;Exame clínico das mamas;Exames de imagem como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética;Biópsia, técnica que consiste na retirada de fragmentos do nódulo ou da lesão suspeita.</td><td>Cirurgia;Radioterapia;Quimioterapia;Hormonioterapia;Terapia biológica.</td></tr><tr><th><strong>CÂNCER DO COLO DO ÚTERO</strong></th><td>Pode não apresentar sintomas em fase inicial;&nbsp;Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual;Secreção vaginal anormal;Dor durante a relação sexual;Dor abdominal;Queixas urinárias ou intestinais.</td><td>Exame pélvico e história clínica;&nbsp;Exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto por meio de avaliação com espéculo;Toque vaginal e toque retal;Exame preventivo (Papanicolau);Colposcopia;Biópsia.</td><td>Eletrocirurgia;Quimioterapia;Radioterapia.</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em>“O câncer de mama e o câncer de colo de útero são dois dos mais comuns entre mulheres no Brasil. Mas existe cura e prevenção. O diagnóstico e o tratamento para todos os tipos de câncer estão disponíveis no SUS, assim como a vacina HPV, para prevenção do câncer de colo de útero, e a mamografia, para a prevenção do câncer de mama”. &#8211;&nbsp;<strong>Nísia Trindade, ministra da Saúde</strong></em></p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/outubro-rosa-ministerio-da-saude-lanca-campanha-e-reforca-autocuidado">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/outubro-rosa-ministerio-da-saude-lanca-campanha-e-reforca-autocuidado</a></p>
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		<title>Governo destina R$ 4,2 bi para alavancar indústria da saúde com foco nas demandas do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:08:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) volta a se reunir, em Brasília, nesta terça-feira (15/10), e no evento será anunciado investimento recorde para alavancar a produção nacional com foco em demandas estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso a medicamentos e tratamentos à população. Serão R$ 4,2 bilhões do novo Programa de [&#8230;]]]></description>
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<p>O Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) volta a se reunir, em Brasília, nesta terça-feira (15/10), e no evento será anunciado investimento recorde para alavancar a produção nacional com foco em demandas estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso a medicamentos e tratamentos à população. Serão R$ 4,2 bilhões do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para ampliar e modernizar laboratórios públicos e Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), além da realização de parcerias público-privadas. Os 42 projetos selecionados pelo Ministério da Saúde até outubro de 2024 contemplam 16 instituições.</p>



<p>As propostas aprovadas estão voltadas à produção de insumos fundamentais para atender às principais demandas de saúde da população brasileira e para reduzir a dependência do País. Entre elas, terapias avançadas para o SUS, vacinas, soros e medicamentos para doenças e populações negligenciadas. Produtos oncológicos, imunossupressores, anticorpos monoclonais e radiofármacos também foram contemplados, bem como a produção de IFA – Insumos Farmacêuticos Ativos e dispositivos médicos.</p>



<p>No caso do IFA, mais de 90% da matéria-prima usada no Brasil é importada, enquanto em equipamentos médicos a produção nacional atende 50% da demanda. Em medicamentos prontos, o percentual é de cerca de 60% e, em vacinas, um pouco acima. A meta é atingir média de 70% de produção local no setor em dez anos, com previsão de investimento só pelo Novo PAC de R$ 8,9 bilhões até 2027.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Propostas para parcerias público-privadas</strong></h4>



<p>Para a realização de parcerias público-privadas, envolvendo instituições públicas produtivas nacionais e empresas privadas de capital nacional e internacional, o Ministério da Saúde recebeu 322 projetos. A maior parte, 175, para o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) e 147 para a realização de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) . Foram 67 instituições proponentes e 168 instituições parceiras. É a maior quantidade de propostas da história em parcerias para desenvolvimento, inovação e produção em saúde.</p>



<p>A seleção de projetos é orientada pela Matriz de Desafios Produtivos e Tecnológicos em Saúde, em dois tópicos. O primeiro voltado à preparação para emergências sanitárias, que recebeu 153 propostas, com foco na modernização tecnológica e superação de vulnerabilidades na produção de insumos em saúde. E o segundo, com 183 propostas, voltado a doenças e agravos críticos para o SUS para a produção, por exemplo, de medicamentos e insumos para doenças cardiovasculares, ligadas ao envelhecimento, diabetes , câncer , doenças raras e outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prioridade para produto nacional em compras públicas</strong></h4>



<p>Para incentivar a produção nacional, o Governo Federal também vai utilizar da Margem de Preferência para produtos fabricados no Brasil em compras para o SUS.&nbsp; A margem será de 5% no caso de medicamentos, podendo ser acumulada a uma margem adicional de 10% caso o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) – item essencial para a produção de medicamentos – também seja produzido no país.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde</strong></h4>



<p>A reestruturação do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) envolve 11 ministérios, 9 órgãos governamentais e mais de 30 associações empresariais, centrais sindicais, representantes do setor produtivo e da sociedade civil. As iniciativas e programas são partes estruturantes da implementação da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde, lançada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023.</p>



<p>Atualmente, o setor da saúde representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB), garante a geração de 20 milhões de empregos diretos e indiretos e responde por 1/3 das pesquisas científicas no país. A posição estratégica do Brasil como um grande mercado interno mostra a capacidade de crescimento e ampliação desse setor na economia brasileira.</p>



<p>Com a reconstrução do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, a meta é que, em até 10 anos, 70% das necessidades do SUS em medicamentos, equipamentos, vacinas e outros materiais médicos passem a ser produzidos no Brasil.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/governo-federal-destina-r-4-2-bilhoes-para-alavancar-industria-da-saude-e-atender-necessidades-do-sus">https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/governo-federal-destina-r-4-2-bilhoes-para-alavancar-industria-da-saude-e-atender-necessidades-do-sus</a></p>
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		<title>Ministra da Saúde defende aliança internacional contra a desinformação em saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No primeiro dia do encontro do G20, no Rio de Janeiro, a ministra da Saúde do Brasil, Nísia Trindade, trouxe à pauta a defesa de uma aliança internacional para o enfrentamento à desinformação em saúde. Representantes do grupo, reunidos nesta terça-feira (29), discutiram estratégias para conter os danos causados pelas fake news, especialmente no que diz respeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class=" ">No primeiro dia do encontro do G20, no Rio de Janeiro, a ministra da Saúde do Brasil, Nísia Trindade, trouxe à pauta a defesa de uma aliança internacional para o enfrentamento à desinformação em saúde. Representantes do grupo, reunidos nesta terça-feira (29), discutiram estratégias para conter os danos causados pelas <em>fake news</em>, especialmente no que diz respeito à vacinação e à confiança nas medidas de saúde pública. Para a ministra, o problema da desinformação é urgente e requer cooperação global para ser enfrentado de forma eficaz.</p>



<p class=" ">Nísia apresentou a iniciativa Saúde com Ciência, uma plataforma interministerial brasileira focada no enfrentamento à desinformação, especialmente sobre vacinas. A plataforma busca garantir que a população tenha acesso a informações confiáveis, provenientes de fontes acreditadas e órgãos governamentais. A ministra também destacou a intenção de expandir essa plataforma para o contexto internacional, propondo ao G20 que desenvolva estratégias coordenadas para proteger a saúde pública e assegurar a implementação de políticas baseadas em evidências.</p>



<p class=" ">“A disseminação deliberada de notícias falsas não apenas contamina nossas vidas e o ambiente digital, mas também afeta diretamente a saúde das populações. A desinformação pode causar mortes, e o combate a ela salva vidas e melhora nosso entendimento. É por isso que propomos debater com o G20 para atuar no combate à desinformação”, avaliou a ministra.</p>



<p class=" ">O programa Saúde com Ciência, coordenado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria de Comunicação (Secom), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Justiça e outros órgãos federais, completou um ano de atuação no último dia 24 de outubro. A iniciativa surgiu em resposta ao crescimento de conteúdos falsos e prejudiciais nas redes sociais, especialmente no contexto das campanhas de vacinação. No período de um ano, cerca de 100 mil conteúdos e comentários foram analisados, revelando que as narrativas mais comuns associavam falsamente a vacina contra Covid-19 a doenças como câncer, AIDS, e até controle populacional por meio de chips implantados. </p>



<p class=" "><strong>Iniciativas globais</strong></p>



<p class=" ">A reunião contou com a participação de diversos representantes e especialistas de saúde de países do G20 e organizações como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Jarbas Barbosa da Silva, diretor da Opas, reforçou que a desinformação ameaça diretamente a confiança nas vacinas e destacou a importância de concentrar esforços em fontes confiáveis, como profissionais de saúde e autoridades públicas.</p>



<p class=" ">“É fundamental direcionar as principais fontes de informação que as pessoas utilizam e em que confiam para tomar decisões sobre vacinação. Também precisamos preparar nossos profissionais de saúde”, afirmou Jarbas.</p>



<p class=" ">Em nome de Portugal, Cristina Rodrigues da Cruz Vaz Tomé, secretária de Estado da Gestão da Saúde, compartilhou as experiências do seu território, onde 75% da população está vacinada contra a gripe e o país tem investido em campanhas de conscientização. “Enfrentamos o desafio cultural de promover a confiança na ciência, e com um plano baseado na ciência do comportamento, temos conseguido avanços importantes”, destacou.</p>



<p class=" ">O secretário de Políticas Digitais da Presidência da República do Brasil, João Brant, também enfatizou o papel dos influenciadores e da comunicação voltada para diferentes demografias. &#8220;Nossa estratégia envolve parcerias com influenciadores de ciência, como Dráuzio Varella, e o uso de plataformas para fortalecer a imunização e combater a desinformação diretamente junto à população,&#8221; explicou. Segundo ele, o governo brasileiro planeja capacitar 400 mil profissionais de saúde até 2027 para atuarem como agentes de combate à desinformação.</p>



<p class=" "><strong>Cenário da saúde digital e o papel das big techs</strong></p>



<p class=" ">Outro ponto relevante levantado no encontro foi o papel das plataformas digitais e das <em>big techs</em>. Ana Estela Haddad, secretária de Saúde Digital do Brasil, defendeu a importância de dados confiáveis para fortalecer o combate às <em>fake news</em>, destacando o papel do DataSUS. Ela ressaltou a responsabilidade social das grandes plataformas digitais e o impacto que sua atuação tem na contenção ou disseminação de notícias falsas.</p>



<p class=" ">“Temos um departamento DataSUS, com 30 anos que produz uma herança no conjunto de dados. Cuidar de tratar os dados esta informação seja confiável. É preciso que as&nbsp;<em>bigs techs</em>&nbsp;assumam suas responsabilidades sociais e tenha consciência do estrago que estão ocorrendo mundo afora”, destacou Estela.</p>



<p class=" "><strong>Fortalecimento da confiança no longo prazo</strong></p>



<p class=" ">Jagmeet, do&nbsp;<em>Wellcome Trust</em>, destacou que a confiança é um elemento chave. Ela explicou que a instituição trabalha com uma rede de pesquisadores e vozes confiáveis e que é essencial apoiar as comunidades cientificamente para alcançar a população em maior escala.</p>



<p class=" ">Com base em estudos recentes, ela apontou que, embora os cientistas ainda sejam amplamente confiáveis, a desinformação pode minar essa confiança. “Nossa missão é apoiar a ciência para resolver os problemas de saúde, e precisamos investir em longo prazo para promover uma relação de confiança”, afirmou.&nbsp;</p>



<p class=" "><strong>Parcerias, inovação e uso de inteligência artificial</strong></p>



<p class=" ">Garth Graham, diretor de saúde do&nbsp;<em>YouTube</em>, detalhou ações concretas da plataforma no combate à desinformação, incluindo a marcação de conteúdos verificados e o uso de inteligência artificial para aumentar a precisão da informação. Segundo ele, campanhas de prevenção à dengue e parcerias para ampliar o alcance das informações corretas durante a pandemia de Covid-19 são exemplos de ações já em prática.</p>



<p class=" ">“Transformamos a plataforma de saúde, rotulando informações como provenientes de fontes confiáveis, especialmente aquelas que vêm de órgãos governamentais com acreditação. Etiquetamos as informações mais confiáveis. Em relação à dengue, por exemplo, focamos em campanhas de prevenção e vacinação, incluindo exemplos do Brasil. Estamos também utilizando inteligência artificial para aumentar a qualidade da informação”, detalhou Garth.</p>



<p class=" ">Ao final do encontro, ficou clara a intenção dos representantes em criar uma frente unificada no G20 para o enfrentamento à desinformação. A ministra Nísia Trindade reforçou a importância de apoiar a ciência e os profissionais de saúde, propondo que o G20 fortaleça estratégias de cooperação para que, em 2024, a população mundial tenha acesso a informações precisas e confiáveis sobre vacinas e saúde pública.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/ministra-da-saude-defende-alianca-internacional-contra-a-desinformacao-em-saude">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/ministra-da-saude-defende-alianca-internacional-contra-a-desinformacao-em-saude</a></p>
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		<title>Ministério da Saúde realiza novo repasse para a enfermagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:02:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (30/10), o Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 5.638, de 25 de outubro de 2024, que traz os valores referentes à parcela deste mês do repasse da Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para o cumprimento do Piso Nacional da Enfermagem a estados e municípios. O montante é destinado aos entes federados para que efetuem [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta quarta-feira (30/10), o Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 5.638, de 25 de outubro de 2024, que traz os valores referentes à parcela deste mês do repasse da Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para o cumprimento do Piso Nacional da Enfermagem a estados e municípios. O montante é destinado aos entes federados para que efetuem o pagamento do piso de trabalhadores da categoria. O empenho e o repasse do Fundo Nacional de Saúde (FNS) deve ocorrer até o último dia útil de cada mês. De janeiro a outubro de 2024, a pasta já repassou R$ 8,3 bilhões para a AFC da União.</p>



<p>A AFC da União é operacionalizada pelo ministério que, por intermédio de portarias, tem estabelecido critérios e procedimentos necessários para que estados, municípios e o Distrito Federal, bem como entidades filantrópicas com Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social na Área de Saúde (Cebas) e que atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS), além das contratualizadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo SUS e cumpram o piso da enfermagem.</p>



<p>Mais informações sobre o piso da categoria estão disponíveis na página da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Sgtes) .</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saldo em Conta</strong></h4>



<p>Para a portaria do mês de outubro de 2024, com o objetivo de priorizar a otimização da aplicação financeira dos recursos, o Ministério da Saúde não realizará o repasse para os entes federados que já possuem em conta dos fundos municipais ou estaduais um montante superior aos três últimos repasses, de acordo com o previsto na Lei nº 14.434, de 4 de agosto de 2022. A liberação de novos valores será retomada após apresentação das devidas justificativas e comprovantes da aplicação dos recursos anteriores. É importante pontuar que os profissionais que são ligados a esses estados e municípios e que têm direito a receber o pagamento do piso via AFC da União continuarão a receber o pagamento normalmente, sendo usado o valor existente no saldo da conta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perfil no InvestSUS</strong></h4>



<p>O Fundo Nacional de Saúde (FNS) criou novo perfil de acesso ao sistema InvestSUS , o <em>Técnico Institucional Especializado </em>. Criado para oferecer um acesso mais amplo e especializado às funcionalidades do sistema, o perfil irá otimizar a gestão e a eficiência nas operações, como o cadastro dos dados para o Piso Nacional da Enfermagem. Antes, apenas a pessoa gestora principal podia manejar o sistema, o que ocasionava dificuldade para a submissão das informações – etapa que precisa acontecer em 15 dias para que o repasse seja devidamente realizado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acerto de Contas</strong></h4>



<p>Durante a caravana, e pelos meios de contato oficiais, alguns entes federados relataram a necessidade de acerto de contas devido à qualificação dos dados fornecidos ao InvestSUS. A Portaria GM/MS nº 4.155, de 14 de junho – a primeira publicada – descreveu o repasse de R$ 172.163.255,20 a 1.626 municípios e 10 estados contemplados nessa revisão de dados da parcela de maio a agosto de 2023.</p>



<p>Os municípios e estados interessados que não estão contemplados na Portaria GM/MS nº 4.155 podem fazer uma solicitação, por e-mail, com as justificativas necessárias para embasar o requerimento. A Sgtes efetua a análise do pedido e, em caso de deferimento, é encaminhada uma resposta por e-mail, com instruções para a correta inserção de dados no sistema InvestSUS. Caso seja necessário, o resultado dessas análises deferidas é publicado em nova portaria de acerto de contas. Vale destacar que a solicitação de acerto de contas não significa, necessariamente, novos valores a serem recebidos.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/ministerio-da-saude-realiza-novo-repasse-para-a-enfermagem">https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/ministerio-da-saude-realiza-novo-repasse-para-a-enfermagem</a></p>
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		<title>Veja a importância de hábitos saudáveis para a saúde do homem</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novembro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, uma das principais causas de morte entre homens no Brasil. Anualmente, a doença registra cerca de 65 mil novos casos no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com a campanha Novembro Azul, a sociedade é chamada a discutir abertamente a saúde [&#8230;]]]></description>
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<p>Novembro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, uma das principais causas de morte entre homens no Brasil. Anualmente, a doença registra cerca de 65 mil novos casos no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com a campanha Novembro Azul, a sociedade é chamada a discutir abertamente a saúde masculina e a importância da detecção precoce dessa condição, que, se diagnosticada a tempo, tem altas chances de cura.</p>



<p>Os números comprovam a urgência em promover exames regulares, especialmente para homens a partir dos 50 anos (ou 45 anos para aqueles com histórico familiar). A pesquisa e o diagnóstico precoce são fundamentais para aumentar a eficácia do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>



<p>Hábitos saudáveis ajudam na prevenção<br>Além do rastreamento, a prevenção pode ser uma aliada poderosa. Estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios físicos, contribuem para a redução do risco de desenvolvimento do câncer.</p>



<p>Estudos demonstram que a atividade física regular não apenas fortalece o sistema imunológico, mas também ajuda a manter um peso saudável, fator que está diretamente relacionado à diminuição da incidência de várias patologias.</p>



<p>Cuidados que fazem diferença<br>Profissionais de saúde destacam a importância de integrar a atividade física à rotina diária. Caminhadas, corridas, musculação e até atividades de lazer como esportes coletivos são opções que não apenas promovem a saúde física, mas também se mostram benéficas para a saúde mental, combatendo a ansiedade e a depressão, problemas comuns entre os homens que enfrentam a adversidade de um diagnóstico de câncer.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o oncologista Jefferson Medeiros, uma rotina saudável é essencial na prevenção do câncer de próstata e outras doenças crônicas.&nbsp;&#8220;Praticar atividade física regular ajuda a controlar o peso, reduzir o estresse e melhorar a imunidade. Além disso, uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e antioxidantes (como o licopeno, presente no tomate), é comprovadamente eficaz no combate à doença. Reduzir o consumo de gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados também contribui para diminuir os fatores de risco&#8221;, reforça.</p>



<p>Para Bianca Souza, coordenadora técnica da rede Selfit Academias, a atividade física desempenha um papel fundamental na prevenção de diversas doenças, principalmente para os homens 40+.&nbsp;&#8220;Vejo diariamente os benefícios que a prática regular de exercícios traz para a saúde do aluno. A atividade física fortalece o sistema imunológico, melhora a circulação sanguínea e ajuda a controlar o peso corporal, fatores cruciais na redução do risco de doenças crônicas. Além disso, a prática regular de exercícios estimula a liberação de endorfinas, contribuindo para o bem-estar mental e emocional&#8221;, destaca.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Combate ao sedentarismo e promoção do bem-estar<br>Segundo Bianca Souza, investir em uma rotina de atividades físicas não só promove uma vida mais saudável, mas também é uma estratégia eficaz para combater o sedentarismo.&nbsp;&#8220;O sedentarismo está associado ao aumento da incidência de diversas condições de saúde. Portanto, incentivar a prática de exercícios é uma missão essencial para todos nós que nos preocupamos com a saúde e o bem-estar da população&#8221;, finaliza.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem,7d5738e873b5748e9b7e1e28490f4ff8sy79x9de.html">https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem,7d5738e873b5748e9b7e1e28490f4ff8sy79x9de.html</a></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Agentes de saúde que trabalham com transporte próprio terão auxílio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 01:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que prevê o pagamento de despesas de locomoção a agentes de saúde e de combate às endemias que usam veículo próprio para trabalhar.&#160;O texto foi aprovado pelo Congresso em julho e sancionado nesta quarta-feira (6) em reunião no Palácio do Planalto. “Sancionei o vale-transporte para [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que prevê o pagamento de despesas de locomoção a agentes de saúde e de combate às endemias que usam veículo próprio para trabalhar.&nbsp;O texto foi aprovado pelo Congresso em julho e sancionado nesta quarta-feira (6) em reunião no Palácio do Planalto.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618541&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618541&amp;o=node"></p>



<p>“Sancionei o vale-transporte para os agentes de saúde…Não é exatamente isso, mas uma indenização a esses profissionais de saúde que usam seus veículos próprios para trabalhar salvando vidas nas cidades, combatendo a dengue, por exemplo. Uma demanda antiga atendida pelo nosso governo”, escreveu Lula em publicação nas redes sociais.</p>



<p>Atualmente, a Lei 11.350 de 2006, que trata da atuação dos agentes de saúde, já determina que os estados, o Distrito Federal e os municípios forneçam ou paguem pelo transporte desses profissionais em serviço, mas não cita a possibilidade de indenizá-los pelo uso de veículo próprio.</p>



<p>Autor da proposta, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) destacou a importância do trabalho dos agentes de saúde e de combate às endemias. “Eles que cuidam, na ponta, daquelas famílias que você menos imagina, eles que chegam na zona rural, onde não tem asfalto, energia, política pública, mas tem um agente comunitário levando o mínimo de solução ou de alento para aquelas famílias”, disse durante a reunião no Palácio do Planalto.</p>



<p>Para Rocha, em algumas situações, é mais vantajoso ou ainda a única opção para os agentes e para a administração pública que o servidor utilize o próprio transporte.</p>



<p>“Hoje, muitos deles fazem [o trabalho] com tanto amor que usam seu transporte particular, sua moto, seu carrinho. E o prefeito, também sensível, muitas das vezes, dava pedalada fiscal no seu orçamento, para poder botar o combustível naquele carro e na moto porque ele não tem como dar vale transporte em um lugar onde não existe transporte público. Agora, ele vai fazer de forma legalizada”, disse.</p>



<p>“Quem tiver seu próprio veículo, que quiser colocar a disposição, quando estiver a trabalho, o prefeito vai poder custear esse trabalho importante desses profissionais do bem”, acrescentou o senador.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-11/agentes-de-saude-que-trabalham-com-transporte-proprio-terao-auxilio">https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-11/agentes-de-saude-que-trabalham-com-transporte-proprio-terao-auxilio</a></p>
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		<title>Novas UBSs ampliarão acesso a 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:19:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a construção de 1.800 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A iniciativa visa ampliar o acesso de 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de atenção primária, fortalecendo a infraestrutura de saúde e melhorando a qualidade do atendimento em todo o país. As novas UBSs serão projetadas para integrar avanços assistenciais [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério da Saúde anunciou a construção de 1.800 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A iniciativa visa ampliar o acesso de 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de atenção primária, fortalecendo a infraestrutura de saúde e melhorando a qualidade do atendimento em todo o país.</p>



<p>As novas UBSs serão projetadas para integrar avanços assistenciais e tecnologias digitais de saúde, como a telessaúde, que conecta a atenção primária à especializada, promovendo uma resposta mais rápida e eficiente aos usuários. Além disso, as unidades serão organizadas por núcleos temáticos que fortalecem a integralidade do cuidado e a gestão clínica compartilhada, garantindo um atendimento humanizado e multiprofissional.</p>



<p>A Enfermagem desempenha um papel essencial na Atenção Primária à Saúde (APS), atuando na promoção da saúde, prevenção de doenças e prestação de cuidados contínuos e integrados à população. Os profissionais são responsáveis por realizar consultas, procedimentos clínicos, administrar medicamentos e acompanhar pacientes com condições crônicas, além de coordenar o cuidado e organizar o fluxo de atendimento nas UBSs. Eles também têm um papel central na gestão e planejamento das atividades de saúde, promovendo um atendimento humanizado que respeita as necessidades individuais dos pacientes, fortalecendo assim a capacidade de resposta do sistema de saúde.</p>



<p>Com a construção dessas 1.800 novas unidades, as comunidades locais terão acesso a serviços como salas de vacinação, espaços para práticas integrativas e complementares, atendimento especializado para mulheres em situação de violência, e salas de amamentação, entre outros. As UBSs serão projetadas para serem ambientes inclusivos e acessíveis, promovendo o bem-estar de todos os usuários.&nbsp;</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.cofen.gov.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileeiros-aos-servicosdesaude/">https://www.cofen.gov.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileeiros-aos-servicosdesaude/</a></p>
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		<title>Em encontro do G20, Brasil coloca o combate às desigualdades e a equidade em saúde no centro do debate internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:18:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Na presidência de turno do G20, o Brasil, representado pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, trouxe o combate às desigualdades sociais e a equidade em saúde para o centro do debate da 4ª Reunião do Grupo de Trabalho de Saúde (GT da Saúde) que acontece até esta terça-feira (3) em Natal, Rio Grande do Norte. “Sob a liderança do [&#8230;]]]></description>
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<p>Na presidência de turno do G20, o Brasil, representado pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, trouxe o combate às desigualdades sociais e a equidade em saúde para o centro do debate da <em>4ª Reunião do Grupo de Trabalho de Saúde (GT da Saúde)</em> que acontece até esta terça-feira (3) em Natal, Rio Grande do Norte. “Sob a liderança do presidente Lula, temos trabalhado incessantemente para que o combate às desigualdades, à fome e à pobreza esteja no centro do debate internacional”, reiterou a ministra.</p>



<p class=" ">Na abertura do segundo dia do evento, Nísia destacou que o encontro entre as lideranças do G20 proporciona a oportunidade de ultrapassar fronteiras de conhecimento e impulsionar ações e políticas que visem ao bem-estar de todas as populações e que garantam o acesso universal à saúde. “É com esse espírito que assumimos a presidência do G20. É o propósito fundamental e a pedra basilar de nossos esforços”, salientou.</p>



<p class=" ">Ainda na abertura da reunião, Nísia Trindade falou sobre os resultados esperados das discussões: chegar a um acordo sobre a declaração ministerial sobre mudança do clima, saúde e Uma Só Saúde; e o apoio dos ministros do G20 para a criação da Aliança para a Inovação e a Produção Local.</p>



<p class=" ">A Aliança é uma proposta que promoverá a cooperação voluntária com o objetivo de ampliar o acesso a vacinas, medicamentos e diagnósticos para doenças e populações negligenciadas. “Todos poderão participar desse esforço coletivo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem apoiado a ideia desde sua concepção e continuará colaborando para o sucesso da Aliança, apoiando a tomada de decisões baseada em evidências”, explicou Nísia.</p>



<p class=" ">As mudanças climáticas também foram citadas pela titular da Saúde que afirmou que “as alterações do clima transformaram as doenças tropicais em um desafio para o mundo todo” e defendeu o investimento em capacidades locais para salvar vidas e fortalecer a resiliência dos países para enfrentar emergências em saúde. A ministra lembrou ainda a importância de reforçar a integração da saúde nas discussões sobre mudanças do clima, rumo a 2025, quando o Brasil sediará a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).</p>



<p>Ao finalizar, Nísia reforçou, também, o compromisso em avançar na abordagem de Uma Só Saúde e conclamou a todos a ‘aproveitarem as discussões para fazer a diferença necessária na saúde das populações’.</p>



<p class=" "><strong>Presidência brasileira</strong></p>



<p class=" ">O Brasil assumiu, em 1º de dezembro de 2023, a presidência de turno do G20, fórum de países que reúne as 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia e da União Africana. Desde 1999, ano de sua criação, o G20 coordena encontros técnicos e políticos de modo a promover iniciativas orientadas ao desenvolvimento econômico de seus membros.</p>



<p class=" ">Os três principais eixos da Presidência do G20 são: o combate à fome, à pobreza e à desigualdade; as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental); e a reforma da governança global. Tais eixos são conduzidos pelo lema oficial: &#8220;Construindo um Mundo Justo e um Planeta Sustentável&#8221;.&nbsp;</p>



<p class=" "><strong>Grupo de Trabalho da Saúde do G20</strong></p>



<p class=" ">A Presidência brasileira estabeleceu como tema do GT da Saúde do G20 a construção de sistemas de saúde resilientes e elencou quatro prioridades para serem desenvolvidas ao longo do ano: 1) Prevenção, preparação e resposta a pandemias, com foco na produção local e regional de medicamentos, vacinas e insumos estratégicos de saúde; 2) Saúde digital, para expansão da telessaúde, integração e análise de dados dos sistemas nacionais de saúde; 3) Equidade em saúde; 4) Mudança do clima e saúde. </p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional</a></p>
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		<title>Rodrigues: Bets afetam economia e saúde mental dos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[LEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Em pronunciamento nesta terça-feira (3), o&#160;senador Chico Rodrigues (PSB-RR) manifestou preocupação com o impacto crescente das&#160;apostas&#160;on-line sobre a saúde financeira e mental dos brasileiros. O parlamentar citou um estudo da Strategy&#38;, consultoria estratégica da PwC,&#160;que aponta que as apostas online desviaram recursos significativos do consumo no varejo, afetando a recuperação econômica do país, mesmo em [&#8230;]]]></description>
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<p>Em pronunciamento nesta terça-feira (3), o&nbsp;senador Chico Rodrigues (PSB-RR) manifestou preocupação com o impacto crescente das&nbsp;apostas&nbsp;on-line sobre a saúde financeira e mental dos brasileiros. O parlamentar citou um estudo da <em>Strategy&amp;</em>, consultoria estratégica da PwC,&nbsp;que aponta que as apostas online desviaram recursos significativos do consumo no varejo, afetando a recuperação econômica do país, mesmo em um cenário de aumento de renda e recorde de empregos.</p>



<p>— Os dados revelam que 63% dos apostadores on-line, no Brasil, tiveram parte de sua renda comprometida com as apostas. Como consequência, 23% deixaram de comprar roupas, 19% reduziram os gastos com supermercados e 14% diminuíram o consumo de produtos de higiene e de beleza. Essa percepção é reforçada por um relatório da XP Investimentos que indica que as apostas on-line já consomem 20% do orçamento, para gastos discricionários, das famílias de baixa renda. Minha gente, prestem atenção: principalmente das famílias de baixa renda! No mês passado, um relatório do Itaú apontou que os brasileiros perderam, em 12 meses, R$ 23,9 bilhões, valor que corresponde a 0,2% do PIB, 0,3% do consumo total e, ainda, 1,9% da massa salarial brasileira — disse.</p>



<p>O senador chamou atenção para os riscos do vício em apostas, que pode levar ao aumento do endividamento e da inadimplência — os quais, enfatizou ele, impactam ainda mais a economia. Além dos impactos econômicos, o senador ressaltou que o vício em apostas leva à devastação da saúde mental dos jogadores, resultando em transtornos de ansiedade, crises de pânico e, em casos extremos, suicídio.</p>



<p>Chico Rodrigues também destacou a importância da Portaria nº 1.231, de 2024, da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, que faz parte da regulamentação da Lei 14.790, de 2023 (a Lei das <em>Bets</em>). A portaria inclui normas de jogo responsável, como a proibição da venda para menores de idade de camisas de times de futebol com logomarcas de plataformas de apostas, além da exigência de advertências sobre os riscos do jogo nas propagandas.</p>



<p>No entanto, ele expressou preocupação com a eficácia dessas medidas, e criticou o uso de mensagens genéricas como “Jogue com responsabilidade” nas propagandas de apostas, que não atenderiam às exigências legais. Ele sugeriu a inclusão de alertas mais diretos, como “Cuidado, o jogo vicia”, para conscientizar a população sobre os riscos.</p>



<p>O senador também alertou para os riscos de uma possível aprovação do PL 2.234/2022, projeto de lei que tem o objetivo de liberar cassinos e bingos no Brasil, e afirmou que a medida poderia agravar ainda mais os problemas já existentes.</p>



<p>— Tenhamos todos muitos cuidado, mesmo nós, adeptos ou não de jogos e apostas, pois o jogo está adoecendo a nossa nação. É um problema econômico e é uma crise de saúde pública com inúmeras repercussões sociais e familiares. Essas&nbsp;<em>bets</em>, esses jogos de apostas, são um verdadeiro desserviço à sociedade brasileira. Portanto, vamos pensar nesses temas que são fundamentais para melhorarmos, na verdade, a ação de nós políticos, de nós parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Poder Executivo e do Poder Judiciário, para oferecer à população brasileira não brigas, conflitos e confrontos, cada vez mais expondo as vísceras deste Parlamento, mas assuntos e temáticas que na verdade dizem do cotidiano de cada um de nós brasileiros.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/09/03/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/09/03/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros</a></p>
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		<title>Lucro do setor de saúde cresce 180% e chega a R$ 5,6 bi no 1º semestre, divulga ANS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de saúde teve um lucro líquido de R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2024, uma alta de 180% ante os R$ 2 bilhões registrados no mesmo período de 2023. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 3, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com base nas informações financeiras divulgadas pelas operadoras de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor de saúde teve um lucro líquido de R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2024, uma alta de 180% ante os R$ 2 bilhões registrados no mesmo período de 2023. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 3, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com base nas informações financeiras divulgadas pelas operadoras de planos de saúde e administradoras de benefícios nos dois primeiros trimestres de 2024.</p>



<p>A receita total do setor ultrapassou R$ 170 bilhões no primeiro semestre, com o lucro líquido representando cerca de 3,27% do total, indicando que o setor obteve aproximadamente R$ 3,27 de lucro para cada R$ 100,00 de receita.</p>



<p>Segundo a ANS, o desempenho financeiro do primeiro semestre de 2024 é o mais alto desde 2019, com todos os segmentos apresentando resultados positivos.</p>



<p>Operadoras odontológicas com lucro de R$ 338 milhões; médico-hospitalares com R$ 5,1 bilhões; e administradoras de benefícios com R$ 106,8 milhões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Operadoras</h3>



<p>Os dados divulgados também demonstram uma melhoria no desempenho tanto de grandes quanto de pequenas operadoras médico-hospitalares. As de grande porte, como já esperado, lideraram o setor, com um aumento de R$ 5,0 bilhões no lucro líquido no primeiro semestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para as operadoras de pequeno porte, o lucro aumentou R$ 66,7 milhões na mesma comparação.</p>



<p>Operadoras de médio porte, por outro lado, tiveram uma redução de R$ 1,4 bilhão no lucro líquido no primeiro semestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p>Segundo a ANS, esse resultado negativo foi influenciado por uma operadora específica. Caso esta companhia fosse excluída da análise, haveria um aumento de R$ 397,5 milhões no lucro líquido para as operadoras de médio porte na comparação dos períodos.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://istoedinheiro.com.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-atinge-r-56-bi-no-1o-semestre-mostra-ans/">https://istoedinheiro.com.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-atinge-r-56-bi-no-1o-semestre-mostra-ans/</a></p>
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