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	<title>COOPERATIVISMO &#8211; Medicoop</title>
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	<description>Cooperativa de trabalho de saúde</description>
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	<title>COOPERATIVISMO &#8211; Medicoop</title>
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		<title>Por que fazer parte de uma cooperativa médica?</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/por-que-fazer-parte-de-uma-cooperativa-medica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 02:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[As cooperativas de trabalho médico são especializadas na cobrança de honorários, defesa e valorização do seu trabalho. Por isso, tem coisas que só uma cooperativa faz por você:&#160; . Agilidade e precisão no repasse de proventos. . Acompanhamento e recuperação efetiva das glosas. . Cobrança correta e completa dos honorários, de acordo com o prontuário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As cooperativas de trabalho médico são especializadas na cobrança de honorários, defesa e valorização do seu trabalho. Por isso, tem coisas que só uma cooperativa faz por você:&nbsp;</strong></p>



<p>. Agilidade e precisão no repasse de proventos.</p>



<p>. Acompanhamento e recuperação efetiva das glosas.</p>



<p>. Cobrança correta e completa dos honorários, de acordo com o prontuário de cada paciente.</p>



<p>. Controle e acompanhamento do faturamento dentro do prazo estipulado pela operadora, de acordo com as normas da ANS.</p>



<p>. Maior poder de negociação com os convênios, com contratualização e acompanhamento de reajustes.</p>



<p>. Eliminação do risco de retenção a maior do INSS.</p>



<p>. Custo global final menor do que em uma PJ. Despesas administrativas, contábeis e jurídicas inseridas na taxa de administração e diluídas entre os cooperados.</p>



<p>. Atualização constante quanto às questões legais.</p>



<p>. Representatividade política: juntos somos mais fortes.</p>



<p>. &nbsp;Mais segurança, agilidade e precisão para os médicos também no repasse de honorários do SUS, com troca de arquivos em meio magnético e minimização do risco fiscal para gestor.</p>



<p><strong>Os médicos são mais fortes nas cooperativas!</strong></p>



<p></p>



<p>Fonte: https://fencom.coop.br/por-que-fazer-parte-de-uma-cooperativa-medica/</p>
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		<title>Feliz ano novo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Medicoop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 18:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[FALE CONOSCO]]></category>
		<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que nos despedimos do ano passado, a Medicoop, nossa cooperativa, olha para frente com entusiasmo e otimismo. Este é um momento especial para celebrar as realizações passadas e abraçar as oportunidades emocionantes que o novo ano traz consigo. No ano anterior, como comunidade unida, enfrentamos desafios e celebramos sucessos na promoção da saúde, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>À medida que nos despedimos do ano passado, a Medicoop, nossa cooperativa, olha para frente com entusiasmo e otimismo. Este é um momento especial para celebrar as realizações passadas e abraçar as oportunidades emocionantes que o novo ano traz consigo.</p>



<p>No ano anterior, como comunidade unida, enfrentamos desafios e celebramos sucessos na promoção da saúde, solidariedade e cooperação médica. Essas experiências fortaleceram nosso compromisso e nos preparam para um ano novo cheio de possibilidades significativas.</p>



<p>Como cooperativa dedicada à saúde, estabelecemos metas para 2023, visando aprimorar nossos serviços, fortalecer parcerias e contribuir ainda mais para o bem-estar da comunidade. Convidamos todos os membros a participarem ativamente desse esforço coletivo.</p>



<p>Valorizamos a diversidade e inclusão em nosso ambiente cooperativo, reconhecendo que cada membro desempenha um papel vital em nosso sucesso compartilhado. No Ano Novo, reafirmamos nosso compromisso com a igualdade, respeito mútuo e solidariedade médica.</p>



<p>Além disso, comprometemo-nos a inspirar futuros profissionais de saúde, oferecendo programas educacionais e oportunidades de desenvolvimento que capacitam os jovens a contribuir para o setor médico de maneira significativa.</p>



<p>Expressamos nossa sincera gratidão a todos os membros, profissionais de saúde e colaboradores que contribuíram para o sucesso da Medicoop no último ano. Juntos, construímos uma comunidade de cuidado e dedicação.</p>



<p>À medida que damos boas-vindas ao Ano Novo, a Medicoop está cheia de esperança. Desejamos a todos um ano repleto de saúde, prosperidade e realizações compartilhadas. Que este seja um ano de crescimento coletivo e avanços notáveis para cada membro de nossa valiosa cooperativa!</p>
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		<title>A proteção patrimonial do médico cooperado</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/a-protecao-patrimonial-do-medico-cooperado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 04:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a lei 5.764/71, em seu artigo 4º, cooperativas são definidas da seguinte forma: &#8220;são sociedades de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeitas a falência, constituídas para prestar serviços aos associados (…)&#8221;. Neste contexto, a união de profissionais liberais, autônomos, para a criação de pessoa jurídica está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com a lei 5.764/71, em seu artigo 4º, cooperativas são definidas da seguinte forma: &#8220;são sociedades de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeitas a falência, constituídas para prestar serviços aos associados (…)&#8221;.</p>



<p>Neste contexto, a união de profissionais liberais, autônomos, para a criação de pessoa jurídica está contemplada na legislação e dispositivo legal citado.</p>



<p>Assim, a junção de médicos em forma de cooperativa pode ser utilizada por estes profissionais com o intuito de repartir resultados financeiros.</p>



<p>As cooperativas de médicos autônomos não recebem a aplicação das normas trabalhistas para aqueles que constituíram a célula principal do empreendimento. Para os funcionários contratados pela cooperativa, a Consolidação das Leis Trabalhistas é aplicada e, consequentemente, pode gerar passivo trabalhista.</p>



<p>Vale aqui indicar o texto do Art. 91 da lei das cooperativas: &#8220;As cooperativas igualam-se às demais empresas em relação aos seus empregados para os fins da legislação trabalhista e previdenciária.&#8221;.</p>



<p>Quanto aos tipos de serviços oferecidos pelas cooperativas médicas, estes podem ser destinados a pessoa física, através de serviços médicos junto a planos de saúde, por exemplo, ou a pessoas jurídicas.</p>



<p>Os meios que as cooperativas médicas utilizam para auferir lucro são, geralmente, o pré-pagamento dos serviços através de mensalidades, por exemplo. Frisa-se que os meios para obtenção de lucro não são tabelados pela legislação pátria, havendo apenas a restrição da ilegalidade.</p>



<p>Os médicos cooperados também se sujeitam ao risco da atividade, tais como passivos trabalhistas e tributários,&nbsp; além da obrigatoriedade de declarar seus ganhos junto ao IRPF&nbsp; anual.</p>



<p>Neste tipo de modalidade de pessoa jurídica, a responsabilidade, em caso de passivo trabalhista , processos tributários ou cíveis, poderão em algumas circunstâncias recair sobre o patrimônio direto dos cooperados, solidária ou subsidiariamente, a depender dos atos constitutivos as sociedade cooperativa.</p>



<p>O caso UNIMED-RJ é um exemplo claro. Esta cooperativa, uma das maiores do País, no ano de 2022 alcançou R$ 1,3 bi de prejuízo. No primeiro trimestre daquele ano, a cooperativa alcançou R$ 716,6 milhões de prejuízo.</p>



<p>Além disso, em 2022 alcançou a dianteira nas reclamações de consumidores, atingindo uma média mensal de 860 reclamações, de acordo com a ANS.</p>



<p>As sociedades cooperativas de médicos, sejam grandes e pequenas podem sofrer reveses financeiros , assim como ser alvo de demandas judiciais consumeristas , trabalhista e fiscais. Daí a importância dos cooperados conhecerem mecanismos que possibilitem uma blindagem patrimonial.</p>



<p>Como um dos melhores instrumentos, consideramos a utilização da holding patrimonial por médicos cooperados uma forma de proteção ao patrimônio pessoal .</p>



<p>Holding ou Holding Company, do inglês To Hold, significa controle, contenção. No Art. 1º, §3º da lei 6.404/76 o conceito de holding é exposto, sendo evidente sua função primária de administrar bens e assumir controle acionário de outras pessoas jurídicas. Sua constituição é baseada na união de pessoas físicas componentes da mesma família com o intuito de administrar os bens em comum e, concomitantemente, facilitar o processo sucessório.</p>



<p>Utilizando este sistema o cooperado pode incorporar parte do seu patrimônio, ou a sua totalidade , dentro da Holding, também apelidada como &#8220;cofre&#8221;.</p>



<p>Sendo assim, a formação de cooperativa de médicos possui vantagens como a facilidade de formação e a constituição de CNPJ podendo oferecer serviços para empresas e pessoas físicas, contudo, riscos ocorrem, e a holding familiar é uma alternativa para o médico cooperado proteger seu patrimônio.</p>



<p>Fonte: https://www.migalhas.com.br/depeso/385040/a-protecao-patrimonial-do-medico-cooperado</p>



<p></p>
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		<title>BENEFÍCIOS DA COOPERATIVA MÉDICA E DE SAÚDE</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/beneficios-da-cooperativa-medica-e-de-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 23:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Redução de Custos Para o Consumidor Talvez esta seja a vantagem mais aparente que uma cooperativa de saúde possui se comparado aos planos de saúde tradicionais.&#160; Como aqui temos profissionais autônomos que se uniram para proporcionar um serviço de qualidade para o público externo, além de democratizar o acesso à saúde, então é lógico pensar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Redução de Custos Para o Consumidor</strong></p>



<p>Talvez esta seja a vantagem mais aparente que uma cooperativa de saúde possui se comparado aos planos de saúde tradicionais.&nbsp;</p>



<p>Como aqui temos profissionais autônomos que se uniram para proporcionar um serviço de qualidade para o público externo, além de democratizar o acesso à saúde, então é lógico pensar que os serviços prestados terão valores bem menores que os cobrados por empresas privadas.</p>



<p>Como há ausência de impostos e de lucro, a tendência é sempre que os preços cobrados por cooperativas sejam menores.</p>



<p><strong>Aumento do Mercado de Trabalho Para os Profissionais da Área</strong></p>



<p>Outro grande benefício social que as cooperativas de saúde entregam para o país é a possibilidade de inserir milhares de profissionais de saúde no mercado de trabalho, gerando assim o aquecimento do mercado consumidor e fazendo a economia girar.</p>



<p><strong>Qualidade do Serviço Prestado</strong></p>



<p>É inegável que uma cooperativa de saúde tende a oferecer um serviço ainda mais detalhado e qualificado para os consumidores finais. Os valores que regem o setor preconizam uma relação mais humana e digna entre os profissionais da saúde e os consumidores finais. </p>



<p></p>



<p>Fonte: http://blog.medicon.com.br/contabilidade/cooperativas-medicas-e-de-saude-entenda-o-que-e-e-seu-beneficios/</p>
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		<item>
		<title>Quais são os diferenciais das cooperativas médicas?</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/quais-sao-os-diferenciais-das-cooperativas-medicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 04:57:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[As cooperativas médicas também podem atuar de formas diferentes. Como você deve imaginar, há sim modelos de funcionamento distintos que se adequam às diferentes necessidades do segmento de saúde. No modelo de prestação de serviços&#160;direto ao consumidor final, como em uma espécie de&#160;plano de saúde, o cliente busca o serviço diretamente com o profissional que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As cooperativas médicas também podem atuar de formas diferentes.</p>



<p>Como você deve imaginar, há sim modelos de funcionamento distintos que se adequam às diferentes necessidades do segmento de saúde.</p>



<p>No modelo de prestação de serviços<strong>&nbsp;direto ao consumidor final</strong>, como em uma espécie de&nbsp;<a href="https://www.medassistservicos.com.br/blog/credenciamento-em-convenio-medico/">plano de saúde</a>, o cliente busca o serviço diretamente com o profissional que presta sua atividade em clínicas e&nbsp;<a href="https://www.medassistservicos.com.br/blog/como-abrir-um-consultorio-medico/">consultórios médicos</a>&nbsp;próprios.</p>



<p>O que diferencia um modelo de plano de saúde propriamente dito está na relação do médico cooperado, sendo um profissional autônomo que se junta a outros para prestar um serviço de qualidade, mas de preço reduzido, visto a ausência de imposto e lucro.</p>



<p>Desta forma, há<strong>&nbsp;benefícios mútuos.</strong></p>



<p>Outro modelo comum de atuação de cooperativas médicas é a&nbsp;<strong>prestação de serviços para outras empresas</strong>, como o de de<em>&nbsp;home-care</em>, em hospitais, laboratórios e clínicas.</p>



<p>Em outras palavras, é uma terceirização de serviços de uma empresa de saúde, contratando um profissional ou equipe médica para prestar o serviço ofertado. </p>



<p></p>



<p>Fonte: https://www.medassistservicos.com.br/blog/cooperativas-medicas/#Quais_sao_os_diferenciais_das_cooperativas_medicas</p>
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		<item>
		<title>Novo modelo de remuneração médica possibilita redução de mais de R$ 3 milhões em custos de cooperativa de saúde</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/novo-modelo-de-remuneracao-medica-possibilita-reducao-de-mais-de-r-3-milhoes-em-custos-de-cooperativa-de-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 04:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[LEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo da remuneração médica é um dos temas mais debatidos na saúde suplementar. O mais usado é o pagamento por serviço, que acaba estimulando o volume e a complexidade do que é ofertado, encarecendo os custos das operadoras de saúde e também dos prestadores de serviços do setor. Os últimos números divulgados pela Agência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O modelo da remuneração médica é um dos temas mais debatidos na saúde suplementar. O mais usado é o pagamento por serviço, que acaba estimulando o volume e a complexidade do que é ofertado, encarecendo os custos das operadoras de saúde e também dos prestadores de serviços do setor. Os últimos números divulgados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), relativos a 2022, indicam aumento expressivo da sinistralidade, que se refere ao uso dos planos de saúde pelos clientes. No terceiro semestre do ano passado, o percentual de sinistralidade chegou a 93,2% e a média acumulada no período foi de 90,3%.</p>



<p>Uma nova ferramenta desenvolvida pela 2iM, startup nascida em Curitiba em 2011, e implementada pela Unimed de São José do Rio Preto (SP) mede, de forma consistente e padronizada, a produção do corpo médico cooperado. A solução avalia o número de consultas, exames e internações realizadas e a real necessidade desses procedimentos justamente com os desfechos possíveis e a experiência do paciente. Em seis meses de utilização da ferramenta foi possível distribuir aos médicos com melhores índices, R$ 3,3 milhões em bonificações, e obter uma redução de R$ 500 mil no custo gerado pelas  consultas. Isso foi possível porque deixaram de ser realizadas consultas e exames de alta complexidade que não eram necessários durante o tratamento.</p>



<p>“Há tempos realizamos estudos e utilizamos métricas para fazer com que custos desnecessários sejam evitados, ao mesmo tempo em que a qualidade do atendimento ao usuário aumenta. Com a ferramenta da 2iM essa análise se tornou mais visual e acessível e os médicos podem ver seu desempenho e compará-lo com outras especialidades. Hoje 75% dos nossos cooperados recebem a bonificação”, destaca o presidente da Unimed de São José do Rio Preto, José Luiz Crivellin. “Também começamos a apoiar outras áreas a partir dos dados gerados na plataforma – como da auditoria interna, responsável pela autorização e liberação de exames”, frisa Crivellin.</p>



<p>“A grande reforma da remuneração médica proposta está baseada num modelo híbrido, em que parte da remuneração é condicionada ao valor gerado ao paciente. São estes modelos de pagamento baseados em valor que reduzem o desperdício, , otimizando o tempo e melhorando o atendimento realizado aos pacientes”, explica o CEO da 2iM e presidente do Instituto Brasileiro de Valor em Saúde (IBRAVS), o médico César Abicalaffe. “Entendemos que a saúde baseada em valor significa melhorar os cuidados em saúde e aumentar a satisfação dos pacientes, ao mesmo tempo que se controla ou reduz os gastos em saúde”, afirma Abicalaffe.</p>



<p><strong>Demanda reprimida</strong></p>



<p>A elevação da procura por atendimento médico pode estar relacionada à demanda reprimida nos períodos mais críticos da pandemia da Covid-19. Devido à orientação de procurar médicos apenas em caso de urgência e o medo de sair de casa fizeram com que alguns problemas de saúde se agravassem. Com isso, doenças foram descobertas em estágios mais avançados, exigindo tratamentos mais complexos e onerosos. “Por outro lado, a gravidade da Covid-19 também trouxe novos problemas de saúde. Mas também não podemos desconsiderar a mudança de comportamento dos usuários dos planos de saúde, que se mostram mais atentos a sua saúde”, finaliza Abicalaffe.</p>



<p></p>



<p>Fonte: https://portalhospitaisbrasil.com.br/novo-modelo-de-remuneracao-medica-possibilita-reducao-de-mais-de-r-3-milhoes-em-custos-de-cooperativa-de-saude/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ex-cooperado não pode ser incluído em dívidas futuras da cooperativa</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/ex-cooperado-nao-pode-ser-incluido-em-dividas-futuras-da-cooperativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 03:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[LEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[A 3ª turma do STJ decidiu que, nos termos da lei 5.764/71, a cooperativa só pode ratear entre seus sócios os prejuízos apurados no decorrer do exercício, e desde que o fundo de reserva não seja suficiente. Para o colegiado, não é&#160;possível incluir o provisionamento de dívidas no rateio proporcional de prejuízos &#8211; muito menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 3ª turma do STJ decidiu que, nos termos da lei 5.764/71, a cooperativa só pode ratear entre seus sócios os prejuízos apurados no decorrer do exercício, e desde que o fundo de reserva não seja suficiente. Para o colegiado, não é&nbsp;possível incluir o provisionamento de dívidas no rateio proporcional de prejuízos &#8211; muito menos no caso de cooperado que deixou a sociedade, o qual só está obrigado em relação a prejuízos verificados no exercício em que se deu&nbsp;a retirada.</p>



<p>Com esse entendimento, ao dar&nbsp;provimento&nbsp;ao&nbsp;recurso especial&nbsp;de uma ex-cooperada, o colegiado concluiu que a cooperativa não poderia ter imposto o rateio, entre os cooperados, de R$ 5,8 milhões que foram incluídos no balanço de 2006 a título de provisão para contingências fiscais, trabalhistas e cíveis, pois não se tratava de prejuízo verificado naquele exercício.</p>



<p>Segundo o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, os documentos do processo indicam que o prejuízo do exercício foi de aproximadamente R$ 229 mil, possível de ser coberto pelo fundo de reserva da cooperativa, no valor de mais de R$ 455 mil.</p>



<p>TJ/PR considerou que o rateio entre os cooperados seria justo e lícito</p>



<p>Na origem do caso, após se desligar da sociedade, uma médica ajuizou ação contra a cooperativa para receber sua cota-capital e valores descontados a título de fundo de construção. Ela também requereu a declaração de inexigibilidade do débito que lhe estava sendo imputado.</p>



<p>O juiz condenou a ré a restituir o valor da cota-capital e do fundo de construção, ambos devidamente corrigidos. O TJ/PR reformou a&nbsp;sentença, sob o fundamento, entre outros, de que seria justo e lícito o rateio entre os cooperados que faziam parte da entidade quando os débitos foram assumidos.</p>



<p>Assembleia tem de respeitar os limites legais e estatutários</p>



<p>No julgamento do recurso da médica, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva observou que a decisão sobre o rateio foi tomada pela assembleia geral dos associados e que esta é a instância máxima da cooperativa, &#8220;mas deve agir dentro dos limites legais e estatutários&#8221;. Ele destacou que o&nbsp;art. 89 da lei 5.764/71 estabelece que &#8220;os prejuízos verificados no decorrer do exercício serão cobertos com recursos provenientes do fundo de reserva e, se insuficiente este, mediante rateio, entre os associados&#8221;.</p>



<p>Quanto ao estatuto, o ministro assinalou que é prevista a obrigação do cooperado pelo pagamento de sua parte nas perdas apuradas em balanço, &#8220;na proporção das operações que houver realizado com a cooperativa, se o fundo de reserva legal não for suficiente para cobri-las&#8221;. Cueva acrescentou que, no caso de cooperado que se demite, essa responsabilidade persiste até a data da aprovação, pela assembleia geral, do balanço e das contas do exercício em que ocorreu a demissão.</p>



<p>Para o relator, ainda que a ANS &#8211; Agência Nacional de Saúde Suplementar &#8211; e as normas de contabilidade exijam o registro de provisões no balanço patrimonial de cooperativas de serviços médicos, não é possível incluir tais valores no rateio entre os cooperados.</p>



<p>Cueva esclareceu que a assembleia geral poderia decidir pela formação de um fundo para saldar as obrigações que deram ensejo às provisões realizadas, mas só seria possível exigir a participação financeira dos cooperados que permanecessem vinculados à sociedade.</p>



<p></p>



<p>Fonte: https://www.migalhas.com.br/quentes/375990/ex-cooperado-nao-pode-ser-incluido-em-dividas-futuras-da-cooperativa</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cooperativa médica não pode vetar ingresso de profissional capacitado, diz TJSP</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/cooperativa-medica-nao-pode-vetar-ingresso-de-profissional-capacitado-diz-tjsp-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 03:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[A 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que uma cooperativa de trabalho médico deve aceitar um especialista em cirurgia do aparelho digestivo em seus quadros, seguindo o princípio das “Portas Abertas”, que rege o cooperativismo. De acordo com os autos do processo, um médico especialista com todas [&#8230;]]]></description>
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<p>A 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que uma cooperativa de trabalho médico deve aceitar um especialista em cirurgia do aparelho digestivo em seus quadros, seguindo o princípio das “Portas Abertas”, que rege o cooperativismo.</p>



<p>De acordo com os autos do processo, um médico especialista com todas as qualificações necessárias para o exercício profissional teve sua inscrição negada nos quadros da cooperativa de trabalho, mesmo após obter nota 8,2 em processo seletivo.</p>



<p>No seu voto, o relator do recurso, desembargador Sérgio Shimura, mencionou que a legislação do princípio das “Portas Abertas” estabelece que “a adesão voluntária à cooperativa tem um número ilimitado”, e a negativa só é possível em algumas exceções.</p>



<p>O magistrado afirmou que o autor do processo “demonstrou sua qualificação técnica, não tendo a ré apresentado qualquer vício ou óbice quanto a tal requisito”, e que a questão não se trata de interferência do Estado nas questões da cooperativa, uma vez que “compete ao Poder Judiciário o exame da legalidade dos atos praticados”.</p>



<p>Dessa forma, a turma julgadora alterou a decisão de primeiro grau e obrigou a cooperativa a admitir o autor em seu quadro de cooperados, de acordo com suas especialidades profissionais, em igualdade de condições com os demais médicos. A decisão foi unânime e também contou com a participação dos desembargadores Maurício Pessoa e Jorge Tosta.</p>



<p></p>



<p>Fonte: https://juristas.com.br/2023/03/28/cooperativa-medica-nao-pode-vetar-ingresso-de-profissional-capacitado-diz-tjsp/</p>
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		<title>Aprovada em medicina aos 49 anos e após 12 tentativas, estudante de PE aconselha outras mulheres: &#8216;sonhem&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 04:36:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sorriso no rosto e os calos nas mãos mostram que a vida de Janecleia Martins é feita de muita luta e esperança. Mãe, esposa, dona de casa, vendedora de marmita, passadeira, e, agora, aos 49 anos, estudante de medicina. Após 12 anos de tentativas, a moradora de&#160;Petrolina, no Sertão de Pernambuco, acaba de ser [&#8230;]]]></description>
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<p>O sorriso no rosto e os calos nas mãos mostram que a vida de Janecleia Martins é feita de muita luta e esperança. Mãe, esposa, dona de casa, vendedora de marmita, passadeira, e, agora, aos 49 anos, estudante de medicina. Após 12 anos de tentativas, a moradora de&nbsp;Petrolina, no Sertão de Pernambuco, acaba de ser aprovada no vestibular da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em&nbsp;Salvador.</p>



<p>Ser médica é o sonho de Janecleia desde os 11 anos de idade. “Queria curar as pessoas que tinham a mesma doença que minha avó, que morreu de câncer”, conta. Só que a vida tinha outros planos para ela. Casamento aos 16, nascimento da primeira filha aos 17, sete anos depois, a chegada do segundo filho. Foram anos de trabalho, mas sem deixar morrer a vontade de menina.</p>



<p>A chegada do curso de medicina da Universidade Federal do Vale do São Francisco (<a href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/univasf/">Univasf</a>) em Petrolina reacendeu em Janecleia o desejo de retomar os estudos. Ela, que terminou o Ensino Médio em 1994, em 2010 fez o Enem e vestibular pela primeira vez.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu sempre quis ser médica, mas a família não tinha condições. Mas, ao longo do tempo foi amadurecendo essa ideia, até que a Universidade veio para cá [Petrolina] e reavivou ainda mais o meu sonho. E eu disse: agora eu vou, porque vou conseguir o que eu sempre quis”, destaca Jane, como é conhecida.</p>
</blockquote>



<p>Sem frequentar uma sala de aulas há 16 anos, Jane foi em busca de qualificação. Oriunda de escola pública, ela concorria a vaga de bolsistas em cursinhos preparatórios da região. “Não tinha condições nenhuma de pagar um cursinho pré-vestibular”, diz. “Durante muitos anos foi assim que me preparei. Como tinha parado os estudos em 1994, comecei do zero em 2010”, completa a estudante.</p>



<p>O curso de medicina costuma ser o mais concorrido nas universidades. Se para quem tem toda a estrutura, a aprovação é difícil, para Janecleia, que encara uma jornada tripla, a persistência foi a principal arma. “Comecei do zero, até quando consegui ir aumentando minha nota, até chegar onde cheguei hoje, graças a Deus”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De Petrolina para Salvador</h2>



<p>As coisas na vida de Janecleia não costumam ser fáceis. Embora o curso de medicina da Univasf tenha sido a motivação para ela voltar a estudar, a aprovação no tão sonhado curso veio no vestibular da Uneb, em Salvador, há pouco mais de 500 km de distância de Petrolina.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/dYLh5B0oS-xoHjUDRvrVO2a3hF8=/0x0:1140x760/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/m/w/pzdWJpSIyQsbgfuYigDg/uneb.png" alt="Jane vai estudar na Uneb, em Salvador — Foto: Divulgação/Uneb"/></figure>



<p>Jane vai estudar na Uneb, em Salvador — Foto: Divulgação/Uneb</p>



<p>Janecleia e o marido Sirley moram no bairro José e Maria, na periferia de Petrolina. Atualmente, ela trabalha passando roupas e ele como autônomo. O filho mais novo, de 25 anos, está desempregado. A filha, de 32, faz faculdade a distância. A família se equilibra para manter as contas em dia. Mas, a falta de dinheiro não impediria que Jane deixasse de realizar o sonho de infância justamente quando ele estava tão perto.</p>



<p>O resultado do vestibular da Uneb saiu em fevereiro e Jane teria poucos dias para realizar a matrícula. “Teve uma explosão de alegria quando recebi a notícia que passei, mas aí fiquei totalmente triste porque sabia que não ia ter como ir a Salvador. Não tinha condição financeira nenhuma”, conta Jane, lembrando que neste momento a família foi fundamental.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estava todo mundo feliz, mas eu disse que não tinha condições de arcar com as despesas, nem com a passagem para levar a documentação para garantir minha vaga. Foi quando meu irmão e minha família todos se juntaram e, em poucas horas, conseguimos o dinheiro para pagar a passagem. Saí daqui no penúltimo dia, no último ônibus”.</p>
</blockquote>



<p>Jane conta que viajou para a capital baiana apenas com a passagem de ida e mais R$ 30 para se locomover na cidade.&nbsp;Após realizar a matrícula no Campus da Uneb, retornou para a rodoviária enquanto aguardava a família conseguir o dinheiro para comprar a passagem de volta. Durante esse tempo, se alimentou com água e biscoitos que havia levado de casa.</p>



<p>Aprovada e devidamente matriculada, Janecleia vai começar a estudar na próxima segunda-feira (13). Graças ao dinheiro arrecadado por uma&nbsp;vaquinha virtual&nbsp;feita pela filha, ela conseguiu o suficiente para se manter na cidade pelos próximos três meses. Neste tempo, vai procurar os serviços de assistência da Universidade e não descarta aceitar trabalhos extra para manter a renda. “Passo até roupa, se for preciso”, afirma.</p>



<p>Jane não vê a medicina como um meio apenas para ganhar dinheiro.&nbsp;“Vai ser medicina por amor mesmo. Se fosse só para ganhar dinheiro, continuava vendendo marmita&#8221;,&nbsp;afirma.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8221; A minha pretensão daqui pra frente é fazer o melhor do melhor que eu puder, me qualificar o máximo possível, ser o mais humana possível na profissão, porque realmente vai ser por amor”, diz a futura cirurgiã.</p>
</blockquote>



<p>Fonte de inspiração para vizinhos, familiares e os inúmeros colegas de cursinho que teve ao longo desses 12 anos, Jane deixa um recado, principalmente para as mulheres.</p>



<p>“Quero motivar as mulheres que têm sonhos. E as que não têm, que abram suas cabeças e sonhem, porque só sonhando e tendo objetivos, você chegará onde quer”.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Fonte: https://g1.globo.com/pe/petrolina-regiao/noticia/2023/03/08/aprovada-em-medicina-aos-49-anos-e-apos-12-tentativas-estudante-de-pe-aconselha-outras-mulheres-sonhem.ghtml</p>
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		<title>Conheça as principais cooperativas de saúde </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Medicoop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 18:21:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COOPERATIVISMO]]></category>
		<category><![CDATA[GALERIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Já falamos que o cooperativismo da área de saúde nasceu no Brasil e também informamos que ele responde por uma significativa fatia dentro do setor de cooperativismo no Brasil. Mas vocês sabem quais são as principais cooperativas de saúde do país? A primeira, e mais importante está no topo da lista: UNIMED Surgiu na década [&#8230;]]]></description>
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<p>Já falamos que o cooperativismo da área de saúde nasceu no Brasil e também informamos que ele responde por uma significativa fatia dentro do setor de cooperativismo no Brasil. Mas vocês sabem quais são as principais cooperativas de saúde do país?</p>



<p>A primeira, e mais importante está no topo da lista:</p>



<h3 class="wp-block-heading">UNIMED</h3>



<p>Surgiu na década de 1960 como resposta a uma série de mudanças sociais que transformou a saúde em um negócio, que apesar de ser rentável, afastava grande parte da população. Além disso, colocava o profissional da área de saúde em uma situação indigna. Neste contexto nasce a União dos Médicos – Unimed, fundada na cidade de Santos (SP), em 1967.</p>



<p>A UNIMED nasceu da iniciativa do ginecologista obstetra Edmundo Castilho e de um grupo de médicos que queria:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Evitar a intermediação das empresas;</li>



<li>Respeitar a autonomia dos profissionais&nbsp;</li>



<li>Ampliar o acesso aos serviços de saúde.</li>
</ol>



<p>Atualmente o Sistema Unimed está presente em mais de 80% do território nacional, e é formado por mais de 340 cooperativas médicas, 117 mil médicos cooperados e 18 milhões de beneficiários. Uma gigante do cooperativismo de saúde no mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">UNIODONTO</h3>



<p>No início da década de 1970, 37 dentistas reunidos na Associação dos Cirurgiões Dentistas de Santos fundaram a Uniodonto – Sociedade Cooperativa de Serviços Odontológicos, presidida pelo cirurgião dentista Dalton Nunes da Silva. </p>



<p>Pouco tempo depois em Lajeado, no Rio Grande do Sul, o cirurgião dentista Hélio Teixeira Munhoz fundou a Cooperativa de Prestação de Serviço de Odontologia do Alto Taquari Ltda – Odoncoop, atualmente Uniodonto vale Taquari e Rio Pardo.</p>



<p>A Uniodonto é o primeiro plano odontológico do Brasil e é exclusivamente formado por cirurgiões dentistas, que são os cooperados da cooperativa, que é a maior do mundo no segmento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ATESA</h3>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.atesa.com.br/">Atesa&nbsp;</a>foi criada em 2007, por profissionais da área de saúde com o objetivo de oferecer ao mercado profissionais capacitados e qualificados para oferecerem serviços, tanto para pessoas físicas, quanto para outras empresas como clínicas e hospitais. Atualmente a ATESA possui mais de 3000 mil profissionais autônomos da área da saúde associados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O cooperativismo vem ganhando cada vez mais espaço dentro da sociedade, principalmente em momentos de crise econômica e social, quando os seus princípios e valores acabam casando melhor com o modelo de país mais desejável pelas pessoas.</p>



<p>As cooperativas do setor de saúde seguem esta tendência, buscando oferecer acesso à saúde para milhares de pessoas que antes eram reféns do sistema tradicional, baseada na ideia de lucro e oferecendo serviços ineficientes.</p>



<p>A cooperativa de saúde nasceu com objetivos transformadores e hoje, algumas décadas depois da primeira experiência do cooperativismo desta área ser colocada em prática, podemos dizer que elas conseguiram se diferenciar do sistema privado e se destacar entre os brasileiros.</p>



<p></p>



<p>Fonte: https://coonectse.com.br/blog/cooperativas/cooperativa-de-saude</p>
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