<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Outros &#8211; Medicoop</title>
	<atom:link href="https://medicoop.coop.br/category/outros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://medicoop.coop.br</link>
	<description>Cooperativa de trabalho de saúde</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 Nov 2024 02:35:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://medicoop.coop.br/wp-content/uploads/2022/11/Favicon-medicoop-150x150.png</url>
	<title>Outros &#8211; Medicoop</title>
	<link>https://medicoop.coop.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ministério da Saúde repassa mais de R$ 6 milhões a municípios para aquisição de testes rápidos de gravidez</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/ministerio-da-saude-repassa-mais-de-r-6-milhoes-a-municipios-para-aquisicao-de-testes-rapidos-de-gravidez/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/ministerio-da-saude-repassa-mais-de-r-6-milhoes-a-municipios-para-aquisicao-de-testes-rapidos-de-gravidez/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medicoop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=853</guid>

					<description><![CDATA[Com o objetivo de ampliar o acesso ao diagnóstico da gravidez, o Ministério da Saúde enviará R$ 6,3 milhões para que municípios e o Distrito Federal adquiram kits de teste rápido de gravidez (TRG), conforme portaria publicada no último dia 31, no Diário Oficial da União. A medida visa garantir que o TRG esteja disponível em todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class=" ">Com o objetivo de ampliar o acesso ao diagnóstico da gravidez, o Ministério da Saúde enviará R$ 6,3 milhões para que municípios e o Distrito Federal adquiram kits de teste rápido de gravidez (TRG), conforme portaria publicada no último dia 31, no Diário Oficial da União.</p>



<p class=" ">A medida visa garantir que o TRG esteja disponível em todos os serviços da atenção primária à saúde (APS), mesmo nos lugares mais remotos. “O teste rápido de gravidez é necessário para que as pessoas tenham acesso a diversos serviços no Sistema Único de Saúde (SUS), como a inserção do DIU de cobre, já que o dispositivo não pode ser colocado em quem já está gestante, além de permitir o início precoce do acompanhamento pré-natal”, explica Renata Reis, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres.</p>



<p class=" ">“Quando uma mulher chega a uma unidade básica em busca de um teste, ele precisa estar disponível, assim como um atendimento qualificado e humanizado para atender às suas necessidades de saúde”, defende.&nbsp;</p>



<p class=" ">Os recursos financeiros chegarão a&nbsp;todas as&nbsp;unidades da Federação, nos&nbsp;5.570 municípios brasileiros, e serão pagos em parcela única. O valor mínimo que cada município receberá é de R$ 200, valor estimado para a compra de 100 TRGs. O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), parte integrante do SUS e cuja responsabilidade é compartilhada com estados e municípios, também deverá receber os testes adquiridos pela gestão local.&nbsp;</p>



<p class=" ">O cálculo dos recursos para cada território leva em conta o valor unitário de um teste rápido de gravidez multiplicado pela estimativa do número de gestantes por município de residência.&nbsp;</p>



<p></p>



<p class=" "><strong>Planejamento reprodutivo</strong></p>



<p class=" ">A disponibilização do teste rápido de gravidez compõe um conjunto de ações que visam à garantia do planejamento familiar e reprodutivo das pessoas por meio do SUS. Isso implica não só a oferta de métodos e técnicas para a concepção e a anticoncepção, mas também o acesso a informações e ao acompanhamento na rede, em um contexto de escolha livre e informada.&nbsp;</p>



<p class=" ">Embora o aumento da oferta de TRGs beneficie especialmente as mulheres, o envolvimento dos homens no planejamento é primordial. O Ministério da Saúde defende uma abordagem ampla para dimensões que contemplem a saúde integral em diferentes momentos do ciclo de vida e, também, promovendo a corresponsabilidade dos homens.&nbsp;</p>



<p class=" ">O acesso à saúde sexual e à saúde reprodutiva é um direito humano reconhecido pelo Brasil. É responsabilidade do governo federal auxiliar estados e municípios e oferecer meios para garantir esse direito a todas as brasileiras.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/ministerio-da-saude-repassa-mais-de-r-6-milhoes-a-municipios-para-aquisicao-de-testes-rapidos-de-gravidez">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/ministerio-da-saude-repassa-mais-de-r-6-milhoes-a-municipios-para-aquisicao-de-testes-rapidos-de-gravidez</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/ministerio-da-saude-repassa-mais-de-r-6-milhoes-a-municipios-para-aquisicao-de-testes-rapidos-de-gravidez/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marburg: entenda vírus com potencial pandêmico que preocupa a África</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/marburg-entenda-virus-com-potencial-pandemico-que-preocupa-a-africa/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/marburg-entenda-virus-com-potencial-pandemico-que-preocupa-a-africa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medicoop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[LEIS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=838</guid>

					<description><![CDATA[Na última sexta-feira (27), o Ministério da Saúde de Ruanda confirmou casos inéditos no país de infecção pelo vírus Marburg. Amostras de sangue de pacientes que apresentaram sintomas compatíveis foram analisadas pelo Laboratório Nacional de Referência e testaram positivo para a doença. Dois dias depois, pelo menos 26 casos já haviam sido confirmados em sete dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última sexta-feira (27), o Ministério da Saúde de Ruanda confirmou casos inéditos no país de infecção pelo vírus Marburg. Amostras de sangue de pacientes que apresentaram sintomas compatíveis foram analisadas pelo Laboratório Nacional de Referência e testaram positivo para a doença. Dois dias depois, pelo menos 26 casos já haviam sido confirmados em sete dos 30 distritos de Ruanda, sendo que mais da metade dos infectados são profissionais de saúde de duas unidades da capital Kigali.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1614321&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1614321&amp;o=node"></p>



<p>O último boletim divulgado por autoridades sanitárias de Ruanda esta semana contabiliza 31 pessoas infectadas e 11 mortes. Ao todo, 19 pacientes estão sendo mantidos em isolamento enquanto recebem tratamento.</p>



<p>O rastreamento e a testagem de pessoas próximas aos infectados, de acordo com o Ministério da Saúde local, está em andamento, com mais de 300 pessoas sendo monitoradas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) coordena as ações para controle e prevenção de casos no país e em nações vizinhas.</p>



<p>A entidade define a doença de Marburg como altamente virulenta e responsável por um quadro de febre hemorrágica com taxa de mortalidade que chega a 88%, dependendo da cepa e do gerenciamento de casos. Pertencente à mesma família do vírus Ebola, o Marburg provoca sintomas que começam de forma abrupta, incluindo febre alta, dor de cabeça severa e forte mal-estar. Muitos pacientes desenvolvem sintomas hemorrágicos graves em um período de apenas sete dias.</p>



<p><strong>&gt;&gt; Confira&nbsp;as principais perguntas e respostas sobre o Marburg (informações da&nbsp;OMS e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças no Continente Africano &#8211; Africa CDC, na sigla em inglês):</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a doença do vírus Marburg?</h2>



<p>É classificada como uma enfermidade grave e, muitas vezes, fatal, causada pelo vírus Marburg. A infecção leva a um quadro de febre hemorrágica viral grave em humanos, caracterizada por febre, dor de cabeça severa, dor nas costas, dores musculares intensas, dor abdominal, vômito, confusão mental, diarreia e, em estágios muito avançados, sangramentos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/gnIBFGLeAgpclUdpXIRf4HNJuhg=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/02/marburg-1-1024x448.jpg?itok=MVJcKxa_" alt="Etiópia, 02/10/2024 - Imagem de microscópio da doença de Marburg. Foto: AfricaCDC/Divulgação" title="AfricaCDC/Divulgação"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Etiópia, 02/10/2024 &#8211; Imagem de microscópio da doença de Marburg.<strong>&nbsp;Foto:</strong>&nbsp;<strong>AfricaCDC/Divulgação</strong></h6>



<p>A doença foi identificada pela primeira vez no município de Marburg, na Alemanha, em 1967. Desde então, há um número limitado de surtos, notificados em Angola, na República Democrática do Congo, no Quênia, na África do Sul, na Uganda e, agora, em Ruanda.</p>



<p>Em 2023, foram identificados dois surtos distintos de Marburg em dois países: Guiné Equatorial e Tanzânia. De acordo com a OMS, a doença figura como uma grave ameaça à saúde pública em razão de sua elevada taxa de mortalidade, além da ausência de um tratamento antiviral ou mesmo de uma vacina capaz de conter a disseminação do vírus.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é&nbsp;a infecção pelo vírus?</h2>



<p>Inicialmente, seres humanos podem ser infectados&nbsp;ao entrarem em contato com morcegos Rousettus, um tipo de morcego frugívoro (que se alimentam de frutas) frequentemente encontrado em minas e cavernas. Já a transmissão de pessoa para pessoa acontece principalmente por meio do contato com fluidos corporais de pessoas infectadas, incluindo sangue, fezes, vômito, saliva, urina, suor, leite materno, sêmen e fluidos da gravidez.</p>



<p>A infecção também ocorre por meio do contato com superfícies e materiais contaminados com esses fluidos corporais. A doença não se espalha pelo ar.</p>



<p>A OMS alerta que o vírus, muitas vezes, se espalha de um membro da família para outro ou ainda de um paciente para um profissional de saúde que não utilize equipamentos de proteção adequados.</p>



<p>Pessoas infectadas permanecem transmitindo o Marburg enquanto houver carga viral no sangue, o que significa que os pacientes devem receber tratamento em unidades de saúde específicas e aguardar que testes laboratoriais confirmem o momento de retornar ao convívio em segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sinais e sintomas?</h2>



<p>Os primeiros sintomas podem surgir logo após a infecção e incluem<strong>&nbsp;febre alta, calafrios, dor de cabeça intensa e cansaço intenso</strong>. Dores musculares também são sintomas iniciais comuns.</p>



<p>O quadro tende a se agravar com o passar do tempo, quando aparecem náuseas, vômitos, dores de estômago e/ou no peito, erupções cutâneas e diarreia, que podem durar cerca de uma semana.</p>



<p>Nas fases tardias da doença, é comum ocorrer sangramento em diversos locais do corpo, como gengivas, nariz e ânus. Os pacientes podem sofrer choque, delírio e falência de órgãos.</p>



<p>De acordo com a OMS, os sintomas de infecção por Marburg mais relatados são:</p>



<p><strong>&#8211; febre;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dor nas costas;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dor muscular;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dor de estômago;</strong></p>



<p><strong>&#8211; perda de apetite;</strong></p>



<p><strong>&#8211; vômito;</strong></p>



<p><strong>&#8211; letargia;</strong></p>



<p><strong>&#8211; irritação na pele;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dificuldade em engolir;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dor de cabeça;</strong></p>



<p><strong>&#8211; diarreia;</strong></p>



<p><strong>&#8211; soluço;</strong></p>



<p><strong>&#8211; dificuldade para respirar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o intervalo de tempo&nbsp;até que os sintomas comecem a aparecer?</h2>



<p>A janela de tempo entre a infecção por Marburg e o&nbsp;<strong>início dos sintomas varia de dois a 21 dias</strong>. Alguns pacientes apresentam sangramento entre cinco e sete dias sendo que a maioria dos casos fatais geralmente apresenta algum tipo de sangramento – geralmente, em múltiplas áreas do corpo. Quadros de sangue no vômito e/ou nas fezes, por exemplo, costumam ser acompanhados de sangramentos no&nbsp;nariz, nas gengivas e na vagina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A morte pode ocorrer rapidamente e, geralmente, é causada por sepse viral, falência múltipla de órgãos e sangramento”, alerta a OMS.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Os vírus Marburg e Ebola provocam a mesma doença?</h2>



<p>A OMS&nbsp;classifica as duas infecções como raras e semelhantes, mas causadas por vírus distintos, ambos membros da família dos filovírus e com capacidade de causar surtos com altas taxas de mortalidade.</p>



<p>A doença de Marburg pode ser confundida com outros quadros infecciosos como ebola, malária, febre tifoide e dengue, em razão da semelhança dos sintomas.</p>



<p>Por esse motivo, apenas a testagem realizada em laboratório, utilizando amostras de sangue, tecido ou outros fluidos corporais do paciente, pode confirmar a infecção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer em caso de sintomas de Marburg?</h2>



<p>Se você ou alguém próximo a você apresentar sintomas semelhantes aos da infecção por Marburg, a orientação da OMS é entrar em contato com um profissional de saúde local para obter conselhos atualizados e precisos.</p>



<p>Em casos em que há resultado de teste positivo para a infecção, o atendimento precoce em um centro de tratamento específico é considerado essencial, além de aumentar as chances de sobrevivência.</p>



<p>Não existe tratamento específico para a doença. Entretanto, no intuito de maximizar as chances de recuperação e ampliar a segurança de pessoas próximas, todos os pacientes devem receber cuidados e permanecer em um centro de tratamento designado para esse tipo de caso até que sejam autorizados a sair. A OMS não recomenda o tratamento em casa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Se você ou um ente querido testar negativo para doença de Marburg, mas ainda apresentar sintomas compatíveis, permaneça vigilante até que eles desapareçam e até que você seja liberado pelo seu médico”, destacou a organização.</p>
</blockquote>



<p>“Siga sempre os conselhos dos profissionais de saúde, já que podem ser necessárias análises laboratoriais adicionais em casos de resultado laboratorial negativo mas com paciente sintomático”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como proteger do vírus?</h2>



<p>A melhor forma de prevenir a infecção por Marburg é evitar o contato com indivíduos ou animais infectados e praticar uma boa higiene, além de seguir outras medidas possivelmente recomendadas por governos e autoridades sanitárias locais.</p>



<p>Caso você more ou esteja viajando para áreas onde foi relatada a presença do vírus – ainda que não apresente sintomas e que não tenha entrado em contato com um&nbsp;paciente infectado –, a orientação é seguir medidas preventivas como:</p>



<p><strong>&#8211; procurar atendimento caso surjam sinais da infecção;</strong></p>



<p><strong>&#8211; lavar as mãos regularmente com sabão ou com solução para esfregar as mãos à base de álcool;</strong></p>



<p><strong>&#8211; evitar contato com fluidos corporais de pessoas com sintomas de infecção por Marburg, além de evitar o manejo do corpo de alguém que faleceu com sintomas da doença;</strong></p>



<p><strong>&#8211; ao parar em pontos de controle sanitários oficiais, aderir a quaisquer medidas preventivas em vigor, incluindo a triagem de temperatura e o preenchimento de formulários de declaração de saúde.</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/0RzGNmS6QrZANIZrA1X0n5PDVO0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/02/ppe2-1024x512.jpg?itok=gpp2zBKY" alt="Etiópia, 02/10/2024 - Centro de pesquisa da doença de Marburg. Foto: AfricaCDC/Divulgação" title="AfricaCDC/Divulgação"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Centro de pesquisa da doença de Marburg.&nbsp;<strong>Foto: AfricaCDC/Divulgação</strong></h6>



<h2 class="wp-block-heading">Tem tratamento da doença?</h2>



<p>Atualmente, não há tratamento disponível para pacientes diagnosticados com o vírus. Por isso, a OMS considera essencial que pessoas que apresentem sintomas semelhantes procurem atendimento precoce. </p>



<p>Cuidados de suporte, incluindo o fornecimento de hidratação adequada, o controle da dor e de outros sintomas que possam surgir deve ser feito por profissionais de saúde e é considerado a forma mais segura e eficaz de gerir a infecção.</p>



<p>O tratamento de coinfecções, como por malária, doença bastante comum no continente africano, também é definido como crucial para os cuidados de suporte contra o Marburg.</p>



<p>Segundo a OMS, terapias em fase de teste e ainda não aprovadas para o tratamento da infecção foram priorizadas para avaliação da entidade por meio de ensaios clínicos randomizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem vacinas?</h2>



<p>Até o momento,<strong>&nbsp;não existem vacinas</strong>&nbsp;aprovadas para prevenir a infecção pelo vírus Marburg. Há, entretanto, algumas doses atualmente em processo de desenvolvimento. “A OMS identificou a doença de Marburg como uma doença de alta prioridade para a qual se faz urgentemente necessária uma vacina”, informa a OMS.&nbsp;</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-10/marburg-entenda-virus-com-potencial-pandemico-que-preocupa-africa">https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-10/marburg-entenda-virus-com-potencial-pandemico-que-preocupa-africa</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/marburg-entenda-virus-com-potencial-pandemico-que-preocupa-a-africa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo destina R$ 4,2 bi para alavancar indústria da saúde com foco nas demandas do SUS</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/governo-destina-r-42-bi-para-alavancar-industria-da-saude-com-foco-nas-demandas-do-sus/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/governo-destina-r-42-bi-para-alavancar-industria-da-saude-com-foco-nas-demandas-do-sus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=818</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) volta a se reunir, em Brasília, nesta terça-feira (15/10), e no evento será anunciado investimento recorde para alavancar a produção nacional com foco em demandas estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso a medicamentos e tratamentos à população. Serão R$ 4,2 bilhões do novo Programa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) volta a se reunir, em Brasília, nesta terça-feira (15/10), e no evento será anunciado investimento recorde para alavancar a produção nacional com foco em demandas estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso a medicamentos e tratamentos à população. Serão R$ 4,2 bilhões do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para ampliar e modernizar laboratórios públicos e Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), além da realização de parcerias público-privadas. Os 42 projetos selecionados pelo Ministério da Saúde até outubro de 2024 contemplam 16 instituições.</p>



<p>As propostas aprovadas estão voltadas à produção de insumos fundamentais para atender às principais demandas de saúde da população brasileira e para reduzir a dependência do País. Entre elas, terapias avançadas para o SUS, vacinas, soros e medicamentos para doenças e populações negligenciadas. Produtos oncológicos, imunossupressores, anticorpos monoclonais e radiofármacos também foram contemplados, bem como a produção de IFA – Insumos Farmacêuticos Ativos e dispositivos médicos.</p>



<p>No caso do IFA, mais de 90% da matéria-prima usada no Brasil é importada, enquanto em equipamentos médicos a produção nacional atende 50% da demanda. Em medicamentos prontos, o percentual é de cerca de 60% e, em vacinas, um pouco acima. A meta é atingir média de 70% de produção local no setor em dez anos, com previsão de investimento só pelo Novo PAC de R$ 8,9 bilhões até 2027.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Propostas para parcerias público-privadas</strong></h4>



<p>Para a realização de parcerias público-privadas, envolvendo instituições públicas produtivas nacionais e empresas privadas de capital nacional e internacional, o Ministério da Saúde recebeu 322 projetos. A maior parte, 175, para o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) e 147 para a realização de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) . Foram 67 instituições proponentes e 168 instituições parceiras. É a maior quantidade de propostas da história em parcerias para desenvolvimento, inovação e produção em saúde.</p>



<p>A seleção de projetos é orientada pela Matriz de Desafios Produtivos e Tecnológicos em Saúde, em dois tópicos. O primeiro voltado à preparação para emergências sanitárias, que recebeu 153 propostas, com foco na modernização tecnológica e superação de vulnerabilidades na produção de insumos em saúde. E o segundo, com 183 propostas, voltado a doenças e agravos críticos para o SUS para a produção, por exemplo, de medicamentos e insumos para doenças cardiovasculares, ligadas ao envelhecimento, diabetes , câncer , doenças raras e outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prioridade para produto nacional em compras públicas</strong></h4>



<p>Para incentivar a produção nacional, o Governo Federal também vai utilizar da Margem de Preferência para produtos fabricados no Brasil em compras para o SUS.&nbsp; A margem será de 5% no caso de medicamentos, podendo ser acumulada a uma margem adicional de 10% caso o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) – item essencial para a produção de medicamentos – também seja produzido no país.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde</strong></h4>



<p>A reestruturação do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Geceis) envolve 11 ministérios, 9 órgãos governamentais e mais de 30 associações empresariais, centrais sindicais, representantes do setor produtivo e da sociedade civil. As iniciativas e programas são partes estruturantes da implementação da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde, lançada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023.</p>



<p>Atualmente, o setor da saúde representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB), garante a geração de 20 milhões de empregos diretos e indiretos e responde por 1/3 das pesquisas científicas no país. A posição estratégica do Brasil como um grande mercado interno mostra a capacidade de crescimento e ampliação desse setor na economia brasileira.</p>



<p>Com a reconstrução do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, a meta é que, em até 10 anos, 70% das necessidades do SUS em medicamentos, equipamentos, vacinas e outros materiais médicos passem a ser produzidos no Brasil.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/governo-federal-destina-r-4-2-bilhoes-para-alavancar-industria-da-saude-e-atender-necessidades-do-sus">https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/governo-federal-destina-r-4-2-bilhoes-para-alavancar-industria-da-saude-e-atender-necessidades-do-sus</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/governo-destina-r-42-bi-para-alavancar-industria-da-saude-com-foco-nas-demandas-do-sus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veja a importância de hábitos saudáveis para a saúde do homem</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 02:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=809</guid>

					<description><![CDATA[Novembro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, uma das principais causas de morte entre homens no Brasil. Anualmente, a doença registra cerca de 65 mil novos casos no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com a campanha Novembro Azul, a sociedade é chamada a discutir abertamente a saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Novembro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, uma das principais causas de morte entre homens no Brasil. Anualmente, a doença registra cerca de 65 mil novos casos no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com a campanha Novembro Azul, a sociedade é chamada a discutir abertamente a saúde masculina e a importância da detecção precoce dessa condição, que, se diagnosticada a tempo, tem altas chances de cura.</p>



<p>Os números comprovam a urgência em promover exames regulares, especialmente para homens a partir dos 50 anos (ou 45 anos para aqueles com histórico familiar). A pesquisa e o diagnóstico precoce são fundamentais para aumentar a eficácia do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>



<p>Hábitos saudáveis ajudam na prevenção<br>Além do rastreamento, a prevenção pode ser uma aliada poderosa. Estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios físicos, contribuem para a redução do risco de desenvolvimento do câncer.</p>



<p>Estudos demonstram que a atividade física regular não apenas fortalece o sistema imunológico, mas também ajuda a manter um peso saudável, fator que está diretamente relacionado à diminuição da incidência de várias patologias.</p>



<p>Cuidados que fazem diferença<br>Profissionais de saúde destacam a importância de integrar a atividade física à rotina diária. Caminhadas, corridas, musculação e até atividades de lazer como esportes coletivos são opções que não apenas promovem a saúde física, mas também se mostram benéficas para a saúde mental, combatendo a ansiedade e a depressão, problemas comuns entre os homens que enfrentam a adversidade de um diagnóstico de câncer.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o oncologista Jefferson Medeiros, uma rotina saudável é essencial na prevenção do câncer de próstata e outras doenças crônicas.&nbsp;&#8220;Praticar atividade física regular ajuda a controlar o peso, reduzir o estresse e melhorar a imunidade. Além disso, uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e antioxidantes (como o licopeno, presente no tomate), é comprovadamente eficaz no combate à doença. Reduzir o consumo de gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados também contribui para diminuir os fatores de risco&#8221;, reforça.</p>



<p>Para Bianca Souza, coordenadora técnica da rede Selfit Academias, a atividade física desempenha um papel fundamental na prevenção de diversas doenças, principalmente para os homens 40+.&nbsp;&#8220;Vejo diariamente os benefícios que a prática regular de exercícios traz para a saúde do aluno. A atividade física fortalece o sistema imunológico, melhora a circulação sanguínea e ajuda a controlar o peso corporal, fatores cruciais na redução do risco de doenças crônicas. Além disso, a prática regular de exercícios estimula a liberação de endorfinas, contribuindo para o bem-estar mental e emocional&#8221;, destaca.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Combate ao sedentarismo e promoção do bem-estar<br>Segundo Bianca Souza, investir em uma rotina de atividades físicas não só promove uma vida mais saudável, mas também é uma estratégia eficaz para combater o sedentarismo.&nbsp;&#8220;O sedentarismo está associado ao aumento da incidência de diversas condições de saúde. Portanto, incentivar a prática de exercícios é uma missão essencial para todos nós que nos preocupamos com a saúde e o bem-estar da população&#8221;, finaliza.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem,7d5738e873b5748e9b7e1e28490f4ff8sy79x9de.html">https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem,7d5738e873b5748e9b7e1e28490f4ff8sy79x9de.html</a></p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/veja-a-importancia-de-habitos-saudaveis-para-a-saude-do-homem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novas UBSs ampliarão acesso a 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de saúde</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileiros-aos-servicos-de-saude/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileiros-aos-servicos-de-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=803</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a construção de 1.800 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A iniciativa visa ampliar o acesso de 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de atenção primária, fortalecendo a infraestrutura de saúde e melhorando a qualidade do atendimento em todo o país. As novas UBSs serão projetadas para integrar avanços assistenciais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Saúde anunciou a construção de 1.800 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A iniciativa visa ampliar o acesso de 8,6 milhões de brasileiros aos serviços de atenção primária, fortalecendo a infraestrutura de saúde e melhorando a qualidade do atendimento em todo o país.</p>



<p>As novas UBSs serão projetadas para integrar avanços assistenciais e tecnologias digitais de saúde, como a telessaúde, que conecta a atenção primária à especializada, promovendo uma resposta mais rápida e eficiente aos usuários. Além disso, as unidades serão organizadas por núcleos temáticos que fortalecem a integralidade do cuidado e a gestão clínica compartilhada, garantindo um atendimento humanizado e multiprofissional.</p>



<p>A Enfermagem desempenha um papel essencial na Atenção Primária à Saúde (APS), atuando na promoção da saúde, prevenção de doenças e prestação de cuidados contínuos e integrados à população. Os profissionais são responsáveis por realizar consultas, procedimentos clínicos, administrar medicamentos e acompanhar pacientes com condições crônicas, além de coordenar o cuidado e organizar o fluxo de atendimento nas UBSs. Eles também têm um papel central na gestão e planejamento das atividades de saúde, promovendo um atendimento humanizado que respeita as necessidades individuais dos pacientes, fortalecendo assim a capacidade de resposta do sistema de saúde.</p>



<p>Com a construção dessas 1.800 novas unidades, as comunidades locais terão acesso a serviços como salas de vacinação, espaços para práticas integrativas e complementares, atendimento especializado para mulheres em situação de violência, e salas de amamentação, entre outros. As UBSs serão projetadas para serem ambientes inclusivos e acessíveis, promovendo o bem-estar de todos os usuários.&nbsp;</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.cofen.gov.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileeiros-aos-servicosdesaude/">https://www.cofen.gov.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileeiros-aos-servicosdesaude/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/novas-ubss-ampliarao-acesso-a-86-milhoes-de-brasileiros-aos-servicos-de-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em encontro do G20, Brasil coloca o combate às desigualdades e a equidade em saúde no centro do debate internacional</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEIS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=800</guid>

					<description><![CDATA[Na presidência de turno do G20, o Brasil, representado pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, trouxe o combate às desigualdades sociais e a equidade em saúde para o centro do debate da 4ª Reunião do Grupo de Trabalho de Saúde (GT da Saúde) que acontece até esta terça-feira (3) em Natal, Rio Grande do Norte. “Sob a liderança do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na presidência de turno do G20, o Brasil, representado pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, trouxe o combate às desigualdades sociais e a equidade em saúde para o centro do debate da <em>4ª Reunião do Grupo de Trabalho de Saúde (GT da Saúde)</em> que acontece até esta terça-feira (3) em Natal, Rio Grande do Norte. “Sob a liderança do presidente Lula, temos trabalhado incessantemente para que o combate às desigualdades, à fome e à pobreza esteja no centro do debate internacional”, reiterou a ministra.</p>



<p class=" ">Na abertura do segundo dia do evento, Nísia destacou que o encontro entre as lideranças do G20 proporciona a oportunidade de ultrapassar fronteiras de conhecimento e impulsionar ações e políticas que visem ao bem-estar de todas as populações e que garantam o acesso universal à saúde. “É com esse espírito que assumimos a presidência do G20. É o propósito fundamental e a pedra basilar de nossos esforços”, salientou.</p>



<p class=" ">Ainda na abertura da reunião, Nísia Trindade falou sobre os resultados esperados das discussões: chegar a um acordo sobre a declaração ministerial sobre mudança do clima, saúde e Uma Só Saúde; e o apoio dos ministros do G20 para a criação da Aliança para a Inovação e a Produção Local.</p>



<p class=" ">A Aliança é uma proposta que promoverá a cooperação voluntária com o objetivo de ampliar o acesso a vacinas, medicamentos e diagnósticos para doenças e populações negligenciadas. “Todos poderão participar desse esforço coletivo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem apoiado a ideia desde sua concepção e continuará colaborando para o sucesso da Aliança, apoiando a tomada de decisões baseada em evidências”, explicou Nísia.</p>



<p class=" ">As mudanças climáticas também foram citadas pela titular da Saúde que afirmou que “as alterações do clima transformaram as doenças tropicais em um desafio para o mundo todo” e defendeu o investimento em capacidades locais para salvar vidas e fortalecer a resiliência dos países para enfrentar emergências em saúde. A ministra lembrou ainda a importância de reforçar a integração da saúde nas discussões sobre mudanças do clima, rumo a 2025, quando o Brasil sediará a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).</p>



<p>Ao finalizar, Nísia reforçou, também, o compromisso em avançar na abordagem de Uma Só Saúde e conclamou a todos a ‘aproveitarem as discussões para fazer a diferença necessária na saúde das populações’.</p>



<p class=" "><strong>Presidência brasileira</strong></p>



<p class=" ">O Brasil assumiu, em 1º de dezembro de 2023, a presidência de turno do G20, fórum de países que reúne as 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia e da União Africana. Desde 1999, ano de sua criação, o G20 coordena encontros técnicos e políticos de modo a promover iniciativas orientadas ao desenvolvimento econômico de seus membros.</p>



<p class=" ">Os três principais eixos da Presidência do G20 são: o combate à fome, à pobreza e à desigualdade; as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental); e a reforma da governança global. Tais eixos são conduzidos pelo lema oficial: &#8220;Construindo um Mundo Justo e um Planeta Sustentável&#8221;.&nbsp;</p>



<p class=" "><strong>Grupo de Trabalho da Saúde do G20</strong></p>



<p class=" ">A Presidência brasileira estabeleceu como tema do GT da Saúde do G20 a construção de sistemas de saúde resilientes e elencou quatro prioridades para serem desenvolvidas ao longo do ano: 1) Prevenção, preparação e resposta a pandemias, com foco na produção local e regional de medicamentos, vacinas e insumos estratégicos de saúde; 2) Saúde digital, para expansão da telessaúde, integração e análise de dados dos sistemas nacionais de saúde; 3) Equidade em saúde; 4) Mudança do clima e saúde. </p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/em-encontro-do-g20-brasil-coloca-o-combate-as-desigualdades-e-a-equidade-em-saude-no-centro-do-debate-internacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rodrigues: Bets afetam economia e saúde mental dos brasileiros</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[LEIS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=797</guid>

					<description><![CDATA[Em pronunciamento nesta terça-feira (3), o&#160;senador Chico Rodrigues (PSB-RR) manifestou preocupação com o impacto crescente das&#160;apostas&#160;on-line sobre a saúde financeira e mental dos brasileiros. O parlamentar citou um estudo da Strategy&#38;, consultoria estratégica da PwC,&#160;que aponta que as apostas online desviaram recursos significativos do consumo no varejo, afetando a recuperação econômica do país, mesmo em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em pronunciamento nesta terça-feira (3), o&nbsp;senador Chico Rodrigues (PSB-RR) manifestou preocupação com o impacto crescente das&nbsp;apostas&nbsp;on-line sobre a saúde financeira e mental dos brasileiros. O parlamentar citou um estudo da <em>Strategy&amp;</em>, consultoria estratégica da PwC,&nbsp;que aponta que as apostas online desviaram recursos significativos do consumo no varejo, afetando a recuperação econômica do país, mesmo em um cenário de aumento de renda e recorde de empregos.</p>



<p>— Os dados revelam que 63% dos apostadores on-line, no Brasil, tiveram parte de sua renda comprometida com as apostas. Como consequência, 23% deixaram de comprar roupas, 19% reduziram os gastos com supermercados e 14% diminuíram o consumo de produtos de higiene e de beleza. Essa percepção é reforçada por um relatório da XP Investimentos que indica que as apostas on-line já consomem 20% do orçamento, para gastos discricionários, das famílias de baixa renda. Minha gente, prestem atenção: principalmente das famílias de baixa renda! No mês passado, um relatório do Itaú apontou que os brasileiros perderam, em 12 meses, R$ 23,9 bilhões, valor que corresponde a 0,2% do PIB, 0,3% do consumo total e, ainda, 1,9% da massa salarial brasileira — disse.</p>



<p>O senador chamou atenção para os riscos do vício em apostas, que pode levar ao aumento do endividamento e da inadimplência — os quais, enfatizou ele, impactam ainda mais a economia. Além dos impactos econômicos, o senador ressaltou que o vício em apostas leva à devastação da saúde mental dos jogadores, resultando em transtornos de ansiedade, crises de pânico e, em casos extremos, suicídio.</p>



<p>Chico Rodrigues também destacou a importância da Portaria nº 1.231, de 2024, da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, que faz parte da regulamentação da Lei 14.790, de 2023 (a Lei das <em>Bets</em>). A portaria inclui normas de jogo responsável, como a proibição da venda para menores de idade de camisas de times de futebol com logomarcas de plataformas de apostas, além da exigência de advertências sobre os riscos do jogo nas propagandas.</p>



<p>No entanto, ele expressou preocupação com a eficácia dessas medidas, e criticou o uso de mensagens genéricas como “Jogue com responsabilidade” nas propagandas de apostas, que não atenderiam às exigências legais. Ele sugeriu a inclusão de alertas mais diretos, como “Cuidado, o jogo vicia”, para conscientizar a população sobre os riscos.</p>



<p>O senador também alertou para os riscos de uma possível aprovação do PL 2.234/2022, projeto de lei que tem o objetivo de liberar cassinos e bingos no Brasil, e afirmou que a medida poderia agravar ainda mais os problemas já existentes.</p>



<p>— Tenhamos todos muitos cuidado, mesmo nós, adeptos ou não de jogos e apostas, pois o jogo está adoecendo a nossa nação. É um problema econômico e é uma crise de saúde pública com inúmeras repercussões sociais e familiares. Essas&nbsp;<em>bets</em>, esses jogos de apostas, são um verdadeiro desserviço à sociedade brasileira. Portanto, vamos pensar nesses temas que são fundamentais para melhorarmos, na verdade, a ação de nós políticos, de nós parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Poder Executivo e do Poder Judiciário, para oferecer à população brasileira não brigas, conflitos e confrontos, cada vez mais expondo as vísceras deste Parlamento, mas assuntos e temáticas que na verdade dizem do cotidiano de cada um de nós brasileiros.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/09/03/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/09/03/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/rodrigues-bets-afetam-economia-e-saude-mental-dos-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lucro do setor de saúde cresce 180% e chega a R$ 5,6 bi no 1º semestre, divulga ANS</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-chega-a-r-56-bi-no-1o-semestre-divulga-ans/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-chega-a-r-56-bi-no-1o-semestre-divulga-ans/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=794</guid>

					<description><![CDATA[O setor de saúde teve um lucro líquido de R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2024, uma alta de 180% ante os R$ 2 bilhões registrados no mesmo período de 2023. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 3, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com base nas informações financeiras divulgadas pelas operadoras de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor de saúde teve um lucro líquido de R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2024, uma alta de 180% ante os R$ 2 bilhões registrados no mesmo período de 2023. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 3, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com base nas informações financeiras divulgadas pelas operadoras de planos de saúde e administradoras de benefícios nos dois primeiros trimestres de 2024.</p>



<p>A receita total do setor ultrapassou R$ 170 bilhões no primeiro semestre, com o lucro líquido representando cerca de 3,27% do total, indicando que o setor obteve aproximadamente R$ 3,27 de lucro para cada R$ 100,00 de receita.</p>



<p>Segundo a ANS, o desempenho financeiro do primeiro semestre de 2024 é o mais alto desde 2019, com todos os segmentos apresentando resultados positivos.</p>



<p>Operadoras odontológicas com lucro de R$ 338 milhões; médico-hospitalares com R$ 5,1 bilhões; e administradoras de benefícios com R$ 106,8 milhões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Operadoras</h3>



<p>Os dados divulgados também demonstram uma melhoria no desempenho tanto de grandes quanto de pequenas operadoras médico-hospitalares. As de grande porte, como já esperado, lideraram o setor, com um aumento de R$ 5,0 bilhões no lucro líquido no primeiro semestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para as operadoras de pequeno porte, o lucro aumentou R$ 66,7 milhões na mesma comparação.</p>



<p>Operadoras de médio porte, por outro lado, tiveram uma redução de R$ 1,4 bilhão no lucro líquido no primeiro semestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p>Segundo a ANS, esse resultado negativo foi influenciado por uma operadora específica. Caso esta companhia fosse excluída da análise, haveria um aumento de R$ 397,5 milhões no lucro líquido para as operadoras de médio porte na comparação dos períodos.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://istoedinheiro.com.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-atinge-r-56-bi-no-1o-semestre-mostra-ans/">https://istoedinheiro.com.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-atinge-r-56-bi-no-1o-semestre-mostra-ans/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/lucro-do-setor-de-saude-cresce-180-e-chega-a-r-56-bi-no-1o-semestre-divulga-ans/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operadora de saúde inova com reajuste negativo</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/operadora-de-saude-inova-com-reajuste-negativo/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/operadora-de-saude-inova-com-reajuste-negativo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=791</guid>

					<description><![CDATA[Em um cenário marcado pela escalada da inflação médica e reajustes que ultrapassam 22% nos planos de saúde, a Blue Saúde, uma healthtech nacional, destacou-se ao aplicar o primeiro reajuste negativo em seus planos empresariais. Essa estratégia, em um mercado tradicionalmente dominado por aumentos sucessivos, colocou a empresa na liderança entre os empresários brasileiros. “Acreditamos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um cenário marcado pela escalada da inflação médica e reajustes que ultrapassam 22% nos planos de saúde, a Blue Saúde, uma healthtech nacional, destacou-se ao aplicar o primeiro reajuste negativo em seus planos empresariais. Essa estratégia, em um mercado tradicionalmente dominado por aumentos sucessivos, colocou a empresa na liderança entre os empresários brasileiros.</p>



<p>“Acreditamos que nossa missão é fazer algo realmente significativo e que mude a vida das pessoas. Os planos empresariais são a grande locomotiva do nosso mercado, e nada mais justo do que, tendo um resultado positivo, devolver isso de alguma forma para o cliente que acredita e compra nossos produtos”, diz Izaias Pertrelly, CEO da Blue Saúde.</p>



<p>Com foco em produtos intermediários que oferecem uma rede de atendimento nacional robusta, incluindo as principais redes hospitalares do Brasil, a Blue rapidamente se tornou líder em vendas de planos empresariais. A cada mês, mais de 2 mil novas empresas migram para a operadora, muitas delas insatisfeitas com os reajustes agressivos aplicados por outras operadoras.</p>



<p>Esse movimento forçou grandes players do mercado de saúde a reformular seus portfólios, tentando acompanhar o ritmo da jovem e dinâmica operadora. Os produtos da Blue, por sua vez, tornaram-se a “bala de prata” das principais corretoras do país, gerando ainda mais agitação no mercado.</p>



<p>Sediada em São Paulo, no coração financeiro e empresarial do Brasil, a Blue Saúde impressiona com um crescimento sem precedentes e equilíbrio econômico, mesmo sendo uma operação relativamente nova. São cerca de 10 mil novos usuários por mês, o que faz da operadora o principal produto da maior administradora de benefícios do país, a Qualicorp.&nbsp;</p>



<p>O grande diferencial da Blue Saúde está na otimização de suas operações por meio da tecnologia. Em um setor onde a digitalização dos processos ainda é um desafio, a Blue se destaca com processos autônomos e inteligência artificial integrada em seu software de gestão. O uso de OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) para leitura e análise de documentos torna a operação cerca de 600% mais eficiente em comparação com as tradicionais empresas do mercado.</p>



<p>A companhia investe pesado no desenvolvimento próprio de suas tecnologias, com um time robusto de inovação que implementou um sistema capaz de ativar novos planos em até 16 horas, o que impulsiona as vendas e a aquisição de clientes.&nbsp;</p>



<p>Esse avanço tecnológico permitiu que a operadora atingisse a marca de quase 100 mil vidas em apenas dois anos. A alta avaliação dos clientes na plataforma Reclame Aqui reflete a satisfação com o serviço, e a empresa recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Reclame Aqui na categoria Planos de Saúde – Grandes Operações, concorrendo diretamente com as maiores empresas do setor. Com esse ritmo de crescimento, a previsão é encerrar 2024 com mais de 130 mil clientes ativos.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/infomercial-blue-saude-operadora-de-saude-inova-com-reajuste-negativo/">https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/infomercial-blue-saude-operadora-de-saude-inova-com-reajuste-negativo/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/operadora-de-saude-inova-com-reajuste-negativo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministra da Saúde diz que não há “condições” de eliminar dengue</title>
		<link>https://medicoop.coop.br/ministra-da-saude-diz-que-nao-ha-condicoes-de-eliminar-dengue/</link>
					<comments>https://medicoop.coop.br/ministra-da-saude-diz-que-nao-ha-condicoes-de-eliminar-dengue/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 03:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://medicoop.coop.br/?p=787</guid>

					<description><![CDATA[A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse nesta 2ª feira (2.set.2024) que não há “condições” de eliminar a dengue no Brasil. Segundo a chefe do órgão, o objetivo do plano nacional que deve ser lançado na 1ª quinzena de setembro é reduzir o impacto da doença. “Nós sabemos que não há condições de eliminar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse nesta 2ª feira (2.set.2024) que não há “condições” de eliminar a dengue no Brasil. Segundo a chefe do órgão, o objetivo do plano nacional que deve ser lançado na 1ª quinzena de setembro é reduzir o impacto da doença. “Nós sabemos que não há condições de eliminar a dengue. Ela aparece há 40 anos, alguns anos mais forte, outros menos, e, agora, ampliou muito a escala”, declarou em evento do GT (Grupo de Trabalho) Saúde no G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais), em Natal (RN).</p>



<p>Segundo Nísia, o plano terá como foco o controle da proliferação do mosquito Aedes aegypti, com o uso de tecnologias como a Wolbachia –que consiste em liberar mosquitos infectados pela bactéria e impedir o desenvolvimento do vírus–, além do “esforço para reduzir o número de casos”. “Nós vimos no ano passado um aumento exponencial de casos, que tem a ver com questões de cuidados, de urbanização e de mudanças climáticas muito fortemente. Sim, a dengue é uma preocupação e um grande desafio, mas nós estabelecemos responsabilidades do governo federal, dos Estados, dos municípios e estaremos preparados para um melhor enfrentamento”, declarou.</p>



<p><strong>VACINA </strong></p>



<p>A ministra voltou a classificar a vacina contra a dengue do Instituto Butantan como “grande aposta” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar de campanhas de vacinação em massa não serem viáveis no curto prazo, já que o imunizante está em fase de testes.</p>



<p>“Além disso, vamos reforçar toda a rede de saúde para dar assistência adequada, porque a dengue é uma doença que nós conhecemos, é tratável, principalmente com hidratação, então temos tudo para reduzir o seu impacto”, afirmou.</p>



<p>Em janeiro de 2024, o Ministério da Saúde incorporou a 1ª vacina contra a dengue ao SUS (Sistema Único de Saúde), destinada a crianças de 10 a 14 anos.</p>



<p>Ao Poder360, o órgão afirmou que a falta de doses suficientes para uma campanha de imunização mais ampla em 2025 não é um “problema” exclusivo do SUS (Sistema Único de Saúde), mas, sim, um reflexo de uma escassez generalizada dos imunizantes.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.poder360.com.br/poder-saude/ministra-da-saude-diz-que-nao-ha-condicoes-de-eliminar-dengue/">https://www.poder360.com.br/poder-saude/ministra-da-saude-diz-que-nao-ha-condicoes-de-eliminar-dengue/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://medicoop.coop.br/ministra-da-saude-diz-que-nao-ha-condicoes-de-eliminar-dengue/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
